Adormeci na praia, uma desconhecida me despertou – vigiou minhas coisas e acendeu a paixão

Adormeci na praia, uma desconhecida me despertou – vigiou minhas coisas e acendeu a paixão

Sol, areia e um despertar inesperado na praia com a misteriosa cuidadora

Estava deitado na praia, entregue à preguiça deliciosa. Estava quente como o inferno, o sol queimava a pele, e as ondas lambiam preguiçosamente a margem. Cheguei aqui sozinho de férias, fugindo da rotina. Tinha cerca de trinta anos, estava em forma graças às visitas regulares à academia, e essa viagem era para ser só para mim. Estendi a toalha, tirei a camisa e adormeci, sem pensar em nada.

O que me despertou foi um leve toque no braço. Abri os olhos e vi uma beleza das belezas. Ela estava de pé sobre mim, com cabelos longos e molhados da água do mar caindo sobre os ombros. Usava um biquíni minúsculo – preto, justo em seus quadris arredondados e seios fartos. Tinha cerca de vinte e cinco anos, pele bronzeada e um sorriso travesso.

– Ei, dorminhoco – disse ela com uma voz suave e melodiosa. – Vigiei suas coisas, porque alguém poderia roubá-las. As pessoas aqui roubam tudo que se mexe.

Levantei-me de supetão, sentindo o sangue correr mais rápido nas veias. Pela primeira vez senti esse formigamento ao ver uma mulher desconhecida. Minhas coisas estavam intocadas ao lado.

– Obrigado... de verdade. Não sei o que faria sem você – murmurei, esfregando os olhos.

– De nada. Sou Marta. E você?

– Kuba. Prazer em conhecê-la, anjo da guarda.

Ela riu, e sua risada era como música. Sentou-se ao meu lado na areia, bem perto, de modo que sentia o calor do seu corpo. Conversamos sobre tudo e nada – sobre férias, sobre como ela veio com amigas, mas elas foram para uma festa, deixando-a sozinha. Eu estava realmente fascinado pela sua autoconfiança, pelo jeito como lambia os lábios, olhando para o mar.

– Você gosta de tomar sol pelado? – perguntou provocativamente, olhando para minha sunga.

– Às vezes... e você?

– Sempre, quando ninguém está olhando – piscou.

Meu coração batia forte. A areia estava quente sob nós, e o vento trazia o cheiro de sal e do seu perfume. Começamos a passar protetor um no outro – suas mãos nas minhas costas eram pura êxtase, massageando com força, descendo mais, em direção às nádegas. Eu retribuí, esfregando o creme em suas coxas, sentindo-a tremer sob meu toque.

– Você é realmente bom nisso – suspirou.

– Treino em mim mesmo – brinquei.

A tensão crescia a cada minuto. As pessoas passeavam ao redor, mas nós estávamos no nosso mundo. A perna dela roçou a minha, e eu senti minha masculinidade endurecer. Não conseguia tirar os olhos do seu decote, onde uma gota de suor escorria devagar para baixo.

– Quer nadar? – propôs, levantando-se e estendendo a mão.

Pulamos na água, o frio contrastava com o calor dos nossos corpos. Nadamos perto, nossos corpos se roçando sob a superfície. Pela primeira vez a toquei debaixo d'água – com a mão na barriga, subindo, em direção aos seios. Ela não protestou, só mordeu o lábio.

Saímos para a margem, pingando água. Sentamos-nos de novo, desta vez ainda mais perto. A mão dela repousou na minha coxa.

– Sabe, Kuba... eu estava realmente curiosa para ver como você fica sem essa sunga – sussurrou.

Meu pulso acelerou. Era o começo de algo grande.

Flerte na areia escalada: da conversa a carícias sensuais com a deusa da praia

Realmente não podia acreditar na minha sorte. Estávamos sentados na praia, e Marta estava cada vez mais perto. Sua mão na minha coxa subia mais, delicadamente, mas com firmeza. Sentia o calor da sua pele, o cheiro do seu corpo misturado com o sal do mar.

– Me conte sobre você, Kuba. O que te excita? – perguntou, inclinando-se de modo que seus seios quase tocaram meu braço.

– Viagens, aventuras... e mulheres lindas como você – respondi com ousadia.

Ela riu alto, jogando a cabeça para trás. Seu pescoço parecia tentador, queria beijá-lo na hora.

– E você? O que te traz para esta praia sozinha?

– Procuro aventuras. Minhas amigas estão na festa, e eu prefiro... encontros íntimos – piscou.

A conversa fluía suavemente. Ela contava sobre seu trabalho em uma agência de publicidade, sobre como adora sexo livre sem compromissos. Eu compartilhava histórias de viagens. Mas as palavras eram só pretexto. Nossos corpos diziam mais – o pé dela massageava minha panturrilha, eu acariciava seu braço.

Toque-me aqui – sussurrou, pegando minha mão e colocando na sua barriga.

Meus dedos desceram mais, sob a borda do biquíni. Ela estava lisa e úmida, não da água. Suspirou baixinho, abrindo as pernas.

– Você é incrível – murmurei, beijando seu pescoço.

Nossos lábios finalmente se encontraram. O beijo foi como uma explosão – faminto, com a língua explorando seus lábios. As mãos de Marta foram para a minha sunga, tirando-a devagar. Minha ereção saltou livre, dura e pronta.

Meu Deus, você é enorme – gemeu, envolvendo-me com a mão.

Ela me masturbava devagar, olhando nos meus olhos. Eu desatei seu biquíni, revelando seios perfeitos com mamilos eretos. Chupei-os com avidez, mordiscando delicadamente. A areia grudava em nossos corpos, mas isso só aumentava a selvageria.

– Quero te sentir – sussurrou, deitando-se de costas.

Ajoelhei-me entre suas pernas, esfregando-me em sua umidade. Pela primeira vez entrei nela devagar, sentindo como ela me apertava. Movimentava-me ritmicamente, e ela se contorcia sob mim, arranhando minhas costas.

– Mais forte, Kuba! Me fode forte!

Acelerei, as ondas rugiam ao fundo, e nós estávamos em transe. Seus quadris se erguiam, encontrando minhas estocadas. O orgasmo vinha em ondas – o dela primeiro, um gemido alto, depois o meu, jorrando dentro dela.

Ficamos deitados ofegantes, entrelaçados.

– Isso foi louco – disse eu.

– Só o começo – respondeu com um sorriso.

Mas a praia não era ideal para mais. Ela propôs um passeio até sua cabana ali perto. Levantamos-nos, vestimo-nos superficialmente. De mãos dadas, partimos pelas dunas.

Na cabana à beira-mar: paixão final com a amante da praia após vigiar as coisas

Chegamos à sua cabana – uma pequena e charmosa bungalow escondida entre as dunas. A porta se fechou atrás de nós com um estrondo, isolando o mundo exterior. Marta estava realmente insaciável. Tirou o biquíni com um movimento, ficando nua diante de mim – seu corpo brilhava na luz do sol poente que entrava pela janela.

– Agora estamos sozinhos. Faça comigo o que quiser – disse com voz rouca.

Joguei a sunga no chão e a puxei para mim. Nossos corpos se entrelaçaram em uma dança selvagem. Beijei cada centímetro da sua pele – pescoço, seios, barriga, até chegar ao clitóris. Ajoelhei-me, lambendo-a com avidez. Ela tinha um gosto salgado-doce, seus sucos escorriam pelo meu queixo.

Sim, aí mesmo! Você é um mestre! – gritava, enfiando os dedos no meu cabelo.

Levantei-me, erguendo-a nos braços. Joguei-a na cama, penetrando-a com uma estocada. Ela era apertada e quente, perfeita. Fodia-a com força, mudando de posições – de quatro, onde batia em suas nádegas, de cowgirl, onde ela quicava, seus seios balançando hipnoticamente.

– Você gosta de anal? – perguntou de repente, olhando nos meus olhos.

– Sim, se você quiser.

– Quero. Pegue o lubrificante na gaveta.

Peguei, lubrifiquei nós dois. Pela primeira vez entrei no seu cu devagar, sentindo a resistência, depois o prazer. Ela gemia alto, se masturbando ao mesmo tempo.

Mais fundo, Kuba! Me arromba!

Era uma loucura – puxava seu cabelo, dominando, e ela se entregava com prazer. O orgasmo veio como um tsunami – o dela primeiro, esguichando sucos, depois o meu, enchendo-a.

Caímos exaustos. Ficamos deitados nos braços um do outro, ouvindo as ondas.

– Obrigado por vigiar minhas coisas... e por isso – disse eu.

– Foi a melhor decisão. Realmente eu estava no sétimo céu – acrescentou.

De manhã, acordei sozinho. Ela deixou o número e um bilhete: "Até as próximas férias". Sorri, recordando a melhor aventura de praia.

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