Cabana à beira do lago: Reserva duplicada e noite apaixonada com uma desconhecida

Cabana à beira do lago: Reserva duplicada e noite apaixonada com uma desconhecida

Hóspede inesperada na cabana à beira do lago e as primeiras faíscas de tensão

Aluguei essa cabana à beira do lago na esperança de um fim de semana tranquilo sozinho com a natureza. Estava cansado do barulho da cidade, do trabalho na corporação e dos dates vazios. Tinha 32 anos, silhueta atlética da academia e vontade de relaxar. A cabana era charmosa: paredes de madeira, varanda com vista para a superfície da água, cozinha pequena e um quarto com cama de casal. A reserva parecia perfeita.

Cheguei no final da tarde, o sol se inclinava para o oeste, pintando o lago com reflexos dourados. Desempacotei a mala, abri uma cerveja e sentei na varanda. De repente, ouvi o ronco de um motor. Um carro vermelho estacionou ao lado, e dela saiu – uma morena alta de figura esguia, pernas longas e uma juba de cabelos ondulados. Vestia shorts justos e uma blusa solta que destacava os seios fartos. Parecia ter uns 28 anos, confiante, com uma mochila no ombro.

– Oi! – gritou com um sorriso. – Sou Marta. Reservei esta cabana para esses dias.

Fiquei paralisado. Verifiquei o app – merda, reserva duplicada! O dono se desculpou por e-mail, mas não havia outros lugares livres na região.

– Eu sou Kuba. Também a aluguei. O que fazemos?

– Que tal dividir? – piscou o olho. – Não mordo, prometo. Além disso, não tenho para onde ir.

Não tive coragem de expulsá-la. Era adorável, com um sorriso malicioso e olhos verdes que faiscavam. Entramos. O quarto era pequeno: uma cama, armário, banheiro com chuveiro. A atmosfera engrossou na hora.

Dividimos a cama? – perguntei brincando, mas o coração batia forte.

– Por que não? – respondeu, tirando os sapatos. – Somos adultos para isso. Eu durmo do lado esquerdo, você da direita. Acordo?

Desempacotamos em silêncio. Ela tirou o biquíni, eu a camiseta e shorts de banho. Descemos ao lago. A água estava quente, perfeita para um banho noturno. Marta tirou a blusa, revelando o top de biquíni preto, que mal continha suas curvas. Mergulhamos, rindo e jogando água.

– Faz tempo que não nado nua – jogou provocativamente.

– Sério? – levantei a sobrancelha.

– E você? Se atreve?

Não sabia se era brincadeira, mas a tensão crescia. Voltamos à cabana, fizemos jantar na churrasqueira. Conversamos sobre tudo: o trabalho dela como designer gráfico, meus projetos de TI, ex-parceiros. Descobrimos que ambos tínhamos terminado relacionamentos longos recentemente. A cerveja corria solta, o riso ecoava sobre a água.

À noite, no quarto estava quente. Marta foi primeiro para o chuveiro. Ouvi o som da água, imaginava seu corpo molhado. Saiu só de toalha, cabelos úmidos, gotas escorrendo pelo decote.

– Sua vez – disse, sentando na cama.

No chuveiro, só pensava nela. Pela primeira vez senti esse formigamento só de estar com uma desconhecida. Saí de cueca, ela já estava debaixo das cobertas com uma camisola solta que terminava alto nas coxas.

– Boa noite, companheiro de quarto – sussurrou.

Fiquei deitado rígido como uma tábua, sentindo seu calor ao lado. Seu cheiro – mistura de baunilha e lago – provocava os sentidos. Tentei dormir, mas cada movimento dela despertava em mim desejo. Era para ser só uma noite, mas sabia que algo havia começado.

Tensão no quarto apertado aumenta durante a noite chuvosa à beira do lago

O segundo dia começou com tempestade. Acordei de manhã cedo, sentindo o calor do corpo de Marta bem ao lado. Durante a noite, ela se aproximou, a perna dela tocava a minha. Estava de lado, a camisola puxada para cima, revelando a barriga lisa e a borda da lingerie de renda. Eu estava realmente excitado – a ereção matinal não dava trégua. Levantei-me em silêncio, fiz café.

– Bom dia – murmurou, espreguiçando-se de forma provocante. – Dormiu bem?

– Como uma pedra. E você?

– Também. Seu cheiro me acalma – riu, levantando-se. A camisola desceu um pouco, mas ela não se apressou em ajeitá-la.

A tempestade não parava, então passamos o dia na cabana. Jogamos cartas, cozinhamos, conversamos por horas. Soube que Marta é independente, ama viajar, mas sente falta de paixão verdadeira. Eu confessei que procuro alguém que não tem medo de aventuras.

– Gosta de risco? – perguntou, sentando mais perto no sofá.

– Depende de qual – respondi, olhando nos olhos dela.

A tarde passou com massagem. Queixava-se das costas por causa do trabalho.

– Massageia? – pediu, deitando de bruços.

Minhas mãos deslizavam pela pele dela, cheirando a óleo. Começou inocente, mas logo gemeu baixinho.

Mais forte... ali... assim.

Sentia o corpo dela reagir – mamilos endurecidos sob a camisola, quadris se erguendo levemente. Ela retribuiu, massageando meus ombros. A chuva batia no telhado, criando uma bolha íntima.

À noite, a tempestade amainou. Acendemos uma fogueira à beira do lago. Sentamos perto, braços se roçando. Cerveja, vinho – o álcool nos relaxou.

– Sabe, pela primeira vez divido quarto com um gato desses – confessou, colocando a mão na minha coxa.

– E eu com uma deusa assim – respondi, abraçando-a.

O beijo veio naturalmente. Seus lábios eram macios, a língua maliciosa. A tensão explodiu – nos beijamos com paixão, mãos vagando. Voltamos à cabana, molhados de chuva e desejo.

No quarto, tiramos a roupa. Ela estava nua, perfeita: seios firmes, cintura fina, pele lisa. Puxei-a para a cama.

– Quero você – sussurrou.

– Eu quero você mais.

Nos beijamos, acariciando-nos mutuamente. Meus dedos encontraram sua umidade, ela gemeu alto. Eu me sentia realmente no paraíso – suas reações eram autênticas, cheias de paixão. Mas nos contivemos, construindo a tensão. Adormecemos entrelaçados, prometendo mais.

Clímax da paixão na cabana: Noite intensa de amor à beira do lago

O terceiro dia foi ensolarado, mas não saímos da cama. Acordei com Marta em cima de mim – seu corpo nu colado ao meu, seios pressionando o peito. O desejo matinal era incontrolável.

– Bom dia, amor – sussurrou, beijando meu pescoço.

– Não aguento mais me conter – gemi, virando-a de costas.

Beijei seu corpo: pescoço, seios, barriga. Ela tinha gosto salgado-doce. Gemia, contorcendo-se.

Me tome... agora!

Entrei nela devagar, sentindo o calor apertado. Pela primeira vez senti tal unidade com alguém após tão pouco tempo. Os movimentos aceleraram, a cama rangia no ritmo dos nossos corpos. Suas unhas cravavam nas minhas costas, os lábios buscavam os meus.

– Mais fundo, Kuba! Assim... meu Deus!

Mudamos de posição – ela por cima, quadris dançando, seios balançando. Olhava para seu rosto inflamado, eu estava realmente em êxtase. Gozamos juntos, alto, ofegantes.

Depois, chuveiro a dois. Nos lavamos mutuamente, carícias sob a água. Saímos ao lago, nus, bronzeando-nos. Conversamos sobre o futuro.

– Isso não precisa ser só uma noite – disse ela.

– Concordo. Quero te conhecer melhor.

À noite, repetição: carícias orais, boca dela em mim, a minha nela. Exploramos os corpos por horas – delicadamente, depois selvagemente. Usamos o brinquedo dela da mochila, o que deu um tempero extra.

– Gosta? – perguntou, vibrando no clitóris dela.

– Vejo que você gosta – ri, entrando nela de novo.

O final satisfatório veio ao amanhecer – outro orgasmo, abraço, promessa de nos vermos na cidade. A partida foi triste, mas cheia de esperança. Essa reserva duplicada transformou minhas férias na melhor aventura da vida.

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