Festa com amigos: Dança bêbada na cozinha levando à paixão no banheiro de cima

Festa com amigos: Dança bêbada na cozinha levando à paixão no banheiro de cima

Dança bêbada na cozinha na festa com amigos que acendeu em mim a chama do desejo

Eu estava em uma festa na casa de meus amigos próximos, que decidiram celebrar o décimo aniversário de casamento com uma grande festa em sua casa. Uma multidão de convidados preenchia os quartos, e a cozinha se tornou o lugar onde as pessoas se reuniam para drinks e danças, porque havia um pouco mais de espaço do que no salão lotado. Eu vestia um vestido preto curto, que destacava minhas curvas, e sapatos de salto alto. Meus cabelos estavam soltos sobre os ombros. Eu já tinha bebido alguns copos de vinho e me sentia levemente embriagada, o que me dava coragem e fazia o mundo parecer mais colorido e excitante. A cozinha era espaçosa, com armários de madeira e uma grande bancada, na qual estavam garrafas de vodca, cerveja e drinks misturados. As pessoas riam alto, alguém cantava a letra de uma música, e o baixo dos alto-falantes vibrava no chão.

Eu estava na bancada da cozinha, servindo outro drink para mim, quando Adam se aproximou, um conhecido do círculo de amigos. Ele era um homem atraente de cerca de trinta e cinco anos, com cabelos curtos e um sorriso contagioso. Vestia uma camisa solta e jeans que ficavam bem em sua silhueta. Seus ombros pareciam fortes, e a barba por fazer no rosto lhe dava caráter.

- Olá, não esperava te ver aqui. Como está a festa?

- Ótima, mas um pouco barulhenta. E você? – respondi, sorrindo e sentindo um leve efeito do álcool na cabeça.

- Bem, mas as danças na cozinha são melhores do que no salão. Quer se juntar?

Concordei sem hesitação. Começamos a dançar ao ritmo da música. No início mantínhamos distância, mas rapidamente começamos a nos aproximar. Suas mãos repousaram em meus quadris, e eu coloquei as minhas em seus ombros. Eu sentia o calor emanando de seu corpo, o cheiro de sua colônia misturando-se com o cheiro de álcool no ar. Dançávamos lentamente, apesar do ritmo rápido da música, nossos corpos se esfregando de forma sensual. A música retumbava, e as pessoas ao nosso redor pulavam e bebiam de seus copos.

- Você tem ótimos movimentos – disse ele, quando nos apertamos mais.

- Você também, não esperava – respondi, sentindo meu coração acelerar.

Suas mãos começaram a vagar pelo meu corpo, acariciando minhas costas e descendo mais baixo para minhas nádegas. Senti um arrepio de excitação percorrer minha espinha. Eu estava bêbada, mas realmente estava ciente de cada toque. Dançamos assim por alguns minutos, as pessoas ao nosso redor dançavam e bebiam, mas estávamos absorvidos um no outro. A música retumbava, o baixo vibrava no chão, e a luz estava diminuída pelas lâmpadas na cozinha. Eu sentia seu hálito perto do meu pescoço.

Seus dedos pressionavam suavemente meus quadris, me puxando para ele. Senti sua excitação, o que fez meu corpo reagir imediatamente. Umidade entre as pernas, respiração rápida. Pela primeira vez senti um desejo tão forte em uma festa com amigos. O álcool me relaxou, mas o desejo era real. Continuamos dançando, nossos corpos se movendo ao ritmo. Suas mãos sob o vestido, tocando a pele das minhas coxas. Em resposta, passei a mão pelo peito dele, sentindo os músculos duros.

- Você é muito atraente – sussurrou em meu ouvido.

- E você é muito corajoso – respondi, rindo.

Após outra música, quando estávamos já bastante aquecidos, ele disse:

- Vamos subir ao banheiro. Lá será mais silencioso e poderemos conversar sem todas essas pessoas.

Olhei em seus olhos e senti que era o momento. Eu realmente queria ir com ele. Saímos da cozinha, de mãos dadas, passando por outros convidados, e subimos as escadas. Meu coração batia como louco de expectativa e excitação. Eu estava realmente excitada como nunca antes em uma festa assim. O álcool me fez sentir livre, e seu toque acendeu em mim um fogo que eu não conseguia mais apagar.

Encontro apaixonado no banheiro de cima onde a dança bêbada terminou em prazer íntimo

Entramos no banheiro de cima e trancamos a porta. Estava silencioso, apenas o som distante da música lá embaixo e risadas dos convidados. O banheiro era espaçoso, com azulejos brancos, um grande espelho sobre a pia e um chuveiro no canto. O cheiro de sabonete se misturava com o cheiro de nosso suor e álcool. Imediatamente nos apertamos um contra o outro, nossos corpos ainda quentes após a dança.

- Eu esperava por isso a noite toda – disse Adam, me puxando para ele.

- Eu também – respondi, e nossos lábios se encontraram em um beijo apaixonado.

Começamos a nos beijar com paixão, nossas línguas se entrelaçando em uma dança. Suas mãos passaram sob meu vestido, levantando-o mais alto, até os quadris. Eu desabotoei sua camisa, tocando seu peito nu, sentindo os músculos duros sob os dedos. Eu sentia seu coração batendo rápido, e minha respiração se tornando entrecortada. O sabor de sua boca era uma mistura de uísque e algo doce do drink.

Ele me beijou no pescoço, chupando suavemente a pele, deixando leves marcas. Minhas mãos desceram até sua calça, desabotoando o botão e puxando o zíper. Alcancei seu pau duro, que estava quente e pulsando em minha mão. Comecei a massagear lentamente, e ele gemeu baixinho.

- Ah, sim – sussurrou.

Eu me apoiei na pia, e ele me ergueu levemente, sentando-me na borda. Sua mão vagou entre minhas pernas, puxando a calcinha para o lado e tocando minha boceta molhada. Os dedos entravam lentamente, girando-os de uma forma que me fazia tremer de prazer. Eu sentia meu corpo se tensionar, e a umidade escorrendo pelas coxas.

- Você está tão molhada – disse ele.

- Por sua causa – sussurrei, mordendo o lábio.

Depois ele se ajoelhou diante de mim e começou a me lamber com a língua. Senti uma onda de prazer, minhas mãos em seu cabelo. A língua circulava ao redor do clitóris, e os dedos entravam mais fundo. Foi incrível, a primeira vez que gozei tão rápido em uma festa com amigos. O orgasmo chegou em ondas, meu corpo tremia, e eu abafava o grito para que ninguém de baixo ouvisse.

Depois ele se levantou, me ergueu sobre a pia e entrou em mim com um movimento fluido. Ficamos na pia, ele entrando em mim com força, mas com sensibilidade. O ritmo era rápido, nossos corpos suados, respirações entrecortadas. Eu olhava no espelho, via nossos reflexos se unindo, seu rosto em expressão de prazer.

- Não pare – supliquei, enrolando as pernas ao redor de seus quadris.

Suas mãos me seguravam firmemente pelos quadris, cada estocada provocava novas ondas de prazer. Eu sentia seu membro me preenchendo completamente. Após alguns minutos, ambos gozamos ao mesmo tempo, nos apertando forte, nossos corpos tremendo em êxtase. Nossos corpos se uniram em êxtase, nos deixando sem fôlego.

Depois de tudo, nos abraçamos por um momento, respirando pesadamente. Depois arrumamos as roupas, rindo nervosamente.

- Foi a melhor decisão da noite – disse Adam, olhando em meus olhos.

- Concordo – respondi, ainda sentindo o calor na barriga.

Voltamos para baixo para a festa, mas nosso pequeno segredo nos unia. O resto da noite passamos lançando olhares furtivos um para o outro, sabendo que aquela noite foi realmente especial e satisfatória.

Avaliar esta história

5.0 (1)

Histórias semelhantes

Todas as histórias História aleatória

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo destinado exclusivamente a adultos (18+).

Confirma que tem 18 anos ou mais?

No