Fui à ioga em busca de aventura, e a instrutora ficou depois da aula para uma sessão quente

Primeira aula de ioga e as primeiras faíscas com a instrutora sexy chamada Ola

Há muito tempo sentia que minha vida precisava de um empurrão, algo que me tirasse da rotina. Eu tinha vinte e oito anos, solteiro, e decidi me inscrever na ioga – supostamente pela saúde, mas na verdade para conhecer alguém interessante. A sala no centro de fitness era espaçosa, com tapetes dispostos em quadrado, e o ar cheirava a lavanda e suor. Entrei atrasado um minuto, e lá já havia um grupo de pessoas em roupas esportivas. E ela – a instrutora. Ola, como se apresentou, tinha cerca de trinta anos, cabelos longos e pretos presos em um rabo de cavalo, silhueta esguia destacada por leggings justas e um top que mal continha seus seios fartos. Seus olhos, verdes e penetrantes, me atravessaram.

– Olá, novato – disse com um sorriso, me entregando um tapete. – Sente-se na frente, vou te mostrar o básico.

Sentei-me, e ela começou a aula. Os exercícios eram simples: flexões, pontes, posição do cachorro olhando para baixo. Pela primeira vez, senti meu corpo protestar, mas sua voz, suave e sensual, acalmava. Ela se aproximava de cada um, corrigindo as posturas com toques delicados. Quando chegou minha vez, colocou a mão nas minhas costas.

– Mais baixo, relaxe os quadris – sussurrou, seus dedos deslizando pela coluna. Senti calor na virilha, como se uma corrente elétrica tivesse passado pelo corpo todo. Fiquei realmente surpreso com como um toque podia acender os sentidos. Ela olhou nos meus olhos, e eu retribuí o sorriso. O resto do grupo não notou, mas entre nós algo faiscava.

A aula durou uma hora, cheia de tensionamento muscular e respirações profundas. Ola demonstrava as posições com a graça de uma bailarina – seus glúteos tensos nas leggings, coxas flexíveis, suor escorrendo pelo decote. Terminamos na posição da criança, e eu não conseguia tirar os olhos do seu corpo. Quando todos guardavam os tapetes, ela se aproximou de novo.

– O que achou? – perguntou, secando a testa com uma toalha.

– Ótimo, embora tudo doa – ri. – Mas seu jeito de ensinar... motiva.

– Que bom. É sua primeira vez aqui? Volte, você vai melhorar rápido. Tem potencial – piscou, e sua mão roçou a minha como por acaso.

Saí da sala com o coração acelerado, pensando nela o tempo todo. Realmente não esperava que a ioga se tornasse um afrodisíaco tão potente. No dia seguinte, me inscrevi para outra aula, ansioso por mais. A sala cheirava novamente ao perfume dela, e Ola me recebeu pessoalmente.

– Pronto para mais? – perguntou provocativamente.

– Sempre – respondi, sentindo a tensão crescente.

Dessa vez, suas correções foram mais ousadas. Na posição do guerreiro, colocou as mãos nos meus quadris, pressionando-se levemente.

– Sinta a terra sob os pés e o céu acima da cabeça – sussurrou, seu hálito no meu pescoço.

Pela primeira vez, senti seus seios roçando minhas costas. O grupo era pequeno, ninguém olhava, mas eu tremia de excitação. A aula passou voando, e quando os outros saíam, Ola me reteve.

– Fique um pouco. Vamos corrigir sua posição de lótus. Você tem uma bloqueio nos quadris.

Meu coração batia forte. Isso realmente estava acontecendo?

Após a aula, a instrutora de ioga propõe uma correção particular e a tensão cresce insuportavelmente

A sala esvaziou, tapetes enrolados, só nós dois sob a luz suave das lâmpadas. Ola trancou a porta, e eu senti formigamento no corpo todo. Estava realmente excitado como nunca, sozinho com essa mulher-fogo.

– Tire a camisa, assim vejo melhor os músculos – disse de forma prática, mas seus olhos brilhavam de desejo.

Obedeci, expondo o torso. Ela também tirou o top, ficando só de sutiã esportivo, que destacava seus mamilos eretos. Sentou-se no tapete na posição de lótus, gesticulando para eu me juntar.

– Sente-se de frente. Abra as pernas, junte os pés. Eu te guio.

Sentei-me, nossos joelhos se tocavam. Ela colocou as mãos nas minhas coxas, pressionando os polegares nos músculos.

– Respire fundo. Sinta como a energia flui da base da coluna.

Seu toque era eletrizante. Pela primeira vez, senti como a proximidade de uma mulher assim desperta os instintos mais selvagens. Inclinou-se, corrigindo minha postura, e seus seios roçaram meus joelhos.

– Você está tenso aqui – sussurrou, deslizando os dedos em direção à virilha. – Relaxe.

– Ola, isso... é difícil – gemi, sentindo o endurecimento nas calças.

– Eu sei. Ioga não é só corpo, é mente também. Deixe-me ajudar.

Lentamente, abriu meu zíper, libertando meu pau rígido. Sua mão o envolveu delicadamente, massageando no ritmo da respiração.

– Isso faz parte da prática tântrica. Controle da energia sexual – explicou com um sorriso, lambendo os lábios.

Comecei a ofegar, vendo sua boca se aproximar. Sua língua roçou a glande, e eu gemi alto. Realmente não esperava que após a aula chegasse a uma lição assim. A sucção era lenta, profunda, suas mãos nos meus quadris sincronizavam os movimentos com a respiração.

– Você tem um gosto divino – murmurou, erguendo o olhar.

– Ola, você é incrível. Pela primeira vez alguém me... relaxa assim.

Levantou-se, tirando as leggings. Por baixo, sem calcinha – buceta depilada brilhava de umidade. Sentou-se em mim a cavalo na posição de lótus, roçando a boceta no meu pau.

– Entre em mim devagar. Sinta cada centímetro.

Deslizei para dentro de seu interior apertado e quente, e ela suspirou de prazer. Movimentava os quadris com flexibilidade, como na ioga, apertando-me com os músculos. Nossos corpos suavam, os beijos salgados.

– Mais forte, me dê tudo – gemeu, acelerando.

A tensão crescia, quadris batiam, seus seios quicavam. Éramos um só, em transe.

Clímax da sessão particular de ioga: orgasmo com a instrutora e final satisfatório da aventura

Nossos corpos se contorciam em harmonia perfeita, como se anos de ioga tivessem transformado Ola em uma máquina de prazer. Eu estava em lótus, ela em cima, quadris girando em círculos, me penetrando profundamente. Pela primeira vez, senti o que significa a verdadeira extase tântrica – movimentos lentos, inspirações profundas, sua buceta pulsando ao meu redor.

– Sim, assim... você é perfeito – gemia, mordendo meu pescoço.

Mudamos para a posição da ponte, eu de costas, ela por cima, apoiando as mãos no chão. Seus seios pendiam sobre mim, mamilos duros como pedrinhas. Lambi-os vorazmente, chupando, enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido.

– Chupe mais forte! Quero gozar com você!

– Ola, você está tão molhada... não aguento!

Mudamos para a posição do cachorro olhando para baixo – ela de quatro, eu atrás, penetrando forte. Seus glúteos ondulavam a cada estocada, mãos agarrando o tapete. Dei palmadas leves, e ela se contorcia de prazer.

Me fode como um animal! – gritou.

Estava realmente em transe, puxando seu cabelo, entrando até as bolas. O suor escorria em riachos, a sala cheia dos nossos gemidos. Sua buceta se contraiu convulsivamente.

Estou gozando! – berrou, tremendo o corpo todo.

Isso me levou ao limite. Saí, jorrando sêmen quente em suas costas e glúteos. O orgasmo durou uma eternidade, caímos no tapete, ofegantes.

– Essa foi a melhor aula da minha vida – ofeguei, beijando sua nuca.

– Volte amanhã. Vamos explorar mais posições – piscou, nos secando com a toalha.

Vestimo-nos, trocamos números. Saí da sala nas nuvens, pernas moles, mas alma saciada. Realmente não esperava que a ioga virasse uma aventura tão apaixonada. Desde então, fazemos sessões particulares, e cada encontro é mais quente. Ola não é só instrutora – é minha amante secreta da flexibilidade.

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