A jovem enfermeira veio para o meu avô, mas ficou a noite toda comigo

A jovem enfermeira veio para o meu avô, mas ficou a noite toda comigo

Visita inesperada da jovem enfermeira ao meu avô doente em casa

Estava sentado na sala, tomando café, quando ouvi a campainha. O avô, um octogenário doente, estava deitado na cama no andar de cima, e eu, estudante de medicina de vinte e cinco anos, cuidava dele há uma semana. Pela primeira vez senti um arrepio de excitação ao abrir a porta e vê-la – uma jovem enfermeira que parecia ter acabado de sair da escola. Tinha exatamente vinte anos, como descobri depois, com uma cascata de cachos castanhos caindo sobre os ombros e olhos verdes enormes que brilhavam de curiosidade.

- Bom dia, sou Ola da agência de cuidados – disse com uma voz melodiosa, estendendo a mão com luva de látex branca. – Vim para trocar os curativos e dar a injeção no seu avô.

Seu uniforme – um top branco justo com decote destacando os seios fartos e uma saia curta abraçando os quadris esguios – fez meu coração acelerar. Eu realmente fiquei surpreso com o quão sexy ela parecia nesse traje que deveria ser sem graça, mas se tornou uma provocação. Convidei-a para entrar, levando-a para cima. O avô resmungou algo ao vê-la, mas estava fraco demais para falar muito.

Ola agia com eficiência: mediu a pressão dele, trocou o curativo na perna após a queda e preparou a injeção. Sentia seu cheiro – uma mistura de baunilha e antisséptico – pairando no quarto apertado. Quando se inclinou sobre o avô, a saia subiu, revelando a borda de meias brancas com renda. Senti uma onda de calor na virilha, tentando não olhar.

- Tudo bem? – perguntei baixinho, parado na porta.

- Sim, mas ele precisa de descanso. A injeção vai fazê-lo dormir por algumas horas – respondeu, tirando as luvas e sorrindo de forma provocante. – E o senhor? Parece cansado de cuidar dele.

Descemos para a cozinha. Fiz chá, e ela se sentou à mesa, cruzando as pernas. Conversamos: sobre seus estudos de enfermagem, meu curso de medicina, como pela primeira vez ela entrou para a agência. Era alegre, brincalhona, com covinhas nas bochechas. Contava como os colegas de turma brincavam com seu uniforme.

- Às vezes me sinto como em um filme pornô – riu, e seus olhos brilharam. – Mas gosto de ajudar as pessoas.

Eu realmente estava fascinado com sua energia. O avô dormia profundamente, e o relógio marcava dezesseis horas. Chovia lá fora, uma tempestade se aproximava. Ola olhou para o celular.

- O ônibus perdeu por causa do atraso. Posso esperar aqui até o próximo? – perguntou inocentemente.

Acenei com a cabeça, sentindo a tensão crescer. Sentamos no sofá da sala, assistindo a uma série. Sua coxa roçou a minha, e eu senti um arrepio de desejo. A conversa descambou para tópicos mais íntimos: solidão, fantasias. Ela admitiu que o uniforme age como um ímã nos homens.

- E em você funciona? – sussurrou, colocando a mão no meu joelho.

- Muito – confessei com a voz rouca.

A tempestade rugia, a luz piscava. Ola se aproximou mais, sua respiração acelerou. Foi o momento em que tudo mudou. Beijei-a suavemente, e ela respondeu com paixão, envolvendo-me com os braços. Seus lábios eram macios, quentes, com sabor de menta. Minhas mãos foram para debaixo da saia, sentindo o calor de sua pele. Mas nos contivemos – a tensão precisava crescer.

Ficamos assim por uma hora, acariciando-nos levemente, sussurrando obscenidades. O avô dormia, a casa era nossa. Eu realmente sentia que era o início de algo incrível.

Tempestade lá fora, e na sala a tensão crescente com a enfermeira Ola após os cuidados com o avô

A tempestade rugia pelas janelas, relâmpagos iluminavam o quarto a cada instante, e nós com Ola estávamos no sofá, cada vez mais próximos. Eu realmente estava excitado com sua proximidade – seus perfumes se misturavam ao cheiro de chuva, e o uniforme farfalhava de forma tentadora a cada movimento. Ola, essa beleza de vinte anos, apoiou a cabeça no meu ombro, seus dedos traçavam padrões na minha coxa.

- Sabe, pela primeira vez sinto uma química assim com um paciente... quer dizer, com o cuidador do paciente – riu, erguendo a cabeça. Seus olhos verdes olhavam provocativamente.

- Você é incrível. Esse uniforme... sonho com ele à noite – admiti, deslizando a mão pela saia dela.

Nos beijamos de novo, desta vez mais fundo. Sua língua dançava com a minha, as mãos se entrelaçavam nos cabelos. Senti endurecer nas calças quando sua mão desceu mais. Ela abriu meu zíper devagar, com um sorriso, tirando meu pau. Era delicada, mas confiante – pela primeira vez alguém estranho me tocava com tanta ousadia.

- Você é tão grande... – sussurrou, massageando-me ritmicamente. – Adoro isso.

Ajoelhou-se entre minhas pernas, sem tirar o uniforme. Seus lábios me envolveram com calor, a língua girava ao redor da cabeça. Foi celestial – chupava fundo, olhando para cima com um brilho travesso. Gemi baixinho, segurando seus cabelos, mas sem pressionar. Era mestra em prazeres orais, engolindo-me inteiro, com saliva escorrendo pelo queixo.

- Você tem um gosto divino – murmurou, lambendo os lábios.

Levantei-a, sentando-a no meu colo a cavalo. Desabotoei seu top, revelando o sutiã de renda apertando os seios firmes. Chupei os mamilos através da renda, mordiscando levemente, até ela gemer alto. A saia subiu, revelando a calcinha úmida. Enfiei os dedos por baixo do tecido, sentindo sua buceta molhada – estava pronta, pulsando.

- Me coma... por favor – implorou, roçando-se.

Tirei sua calcinha, mas deixei as meias e o uniforme – isso adicionava picância. Entrei nela devagar, senti a apertada de seu corpo jovem. Movemo-nos no ritmo da tempestade, o sofá rangia. Ola gemia, as unhas cravavam nas minhas costas.

- Mais forte! Me fode forte! – gritou.

Acelerei, penetrando fundo, seus seios balançavam. O orgasmo se aproximava em ondas – primeiro ela tremeu, apertando-me, gritando meu nome. Depois eu explodi dentro dela, enchendo-a com sêmen quente. Ficamos ofegantes, a chuva batia nas janelas.

Mas não acabou. Após uma pausa, Ola sussurrou:

- Quero mais. Me mostra seu quarto.

Pegamos uma garrafa de vinho, subimos, evitando o avô dormindo. No meu quarto, com velas, continuamos. Lambeu sua buceta até ela implorar por misericórdia, depois aventura anal – lubrificada com o lubrificante da bolsa médica dela, montou em mim devagar. Estava apertada, mas ansiosa, pela primeira vez experimentando isso comigo. Gemíamos em uníssono até alcançarmos outro clímax.

Eu realmente me sentia no paraíso, com essa jovem deusa de uniforme.

Noite apaixonada com a enfermeira Ola no meu quarto após a tempestade e os cuidados com o avô

A tempestade acalmou ao amanhecer, mas nossa noite mal tinha começado. Ola, ainda em seu uniforme amarrotado e provocante, deitava ao meu lado na cama, sua pele brilhava de suor e nossos fluidos. Eu realmente estava exausto, mas feliz – essa enfermeira de vinte anos provou ser não só profissional, mas um vulcão de paixão. O avô dormia como uma pedra no andar de cima, alheio à nossa festa.

- Essa foi a melhor plantão da minha carreira – sussurrou, beijando meu peito. – Eu ficaria para sempre.

Bebi um gole de vinho direto da garrafa, passei para ela. Conversamos nus sob as cobertas: sobre seus sonhos de ter uma clínica própria, meus estudos, como pela primeira vez ela sentiu tal liberdade com um estranho. As mãos voltaram a vagar – acariciei suas nádegas, enfiando um dedo no cuzinho ainda úmido.

- Você gosta disso, né? – perguntei.

- Adoro, quando você me domina suavemente – admitiu, montando em mim por cima.

Cavalava-me devagar, seus seios ondulavam hipnoticamente. Desta vez sem pressa, saboreando cada centímetro. Sua buceta me apertava perfeitamente, o mel escorria pelos meus ovos. Senti seu tremor, quando ela gozou de novo, mordendo o lábio para não acordar a casa.

Depois as posições se inverteram. Ola envolveu minha boca ao redor de mim, chupando preguiçosamente, enquanto eu lambia seu clitóris. Suas pernas com meias envolviam minha cabeça, o cheiro de excitação era inebriante. Peguei a bolsa dela – encontrei um vibrador, pequeno e discreto. Liguei-o, aplicando nos mamilos dela, depois no clitóris.

- Meu Deus! Sim, é isso! – gemeu, contorcendo-se.

Enfiei o vibrador na buceta dela, e eu na boca. O orgasmo a sacudiu como um terremoto, esguichando fluidos no lençol. Eu gozei na garganta dela, e ela engoliu avidamente, lambendo os restos.

Ficamos abraçados até o amanhecer. Ola contava suas fantasias com uniformes – role play com pacientes, mas sempre consensual. Eu realmente sentia uma conexão, não só carnal. O telefone nos acordou – a agência dela, próxima visita.

- Volto amanhã? Para o avô... e para você – piscou, vestindo o uniforme.

- Obrigatório – respondi, beijando-a na despedida.

Ela foi embora sorrindo, e eu observava como seus quadris balançavam na porta. Foi a noite da vida, cheia de sensualidade, consentimento e descobertas. O avô nunca soube, mas eu tinha uma amante secreta de uniforme branco.

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