Curso de dança a pares: parceira que tratava os exercícios muito a sério e apaixonadamente

Curso de dança a pares: parceira que tratava os exercícios muito a sério e apaixonadamente

Primeira aula e abraços próximos inesperados com a minha nova parceira

Inscrevi-me num curso de dança a pares por pura curiosidade. Tinha vinte e oito anos, sentia-me um pouco desajeitado, mas decidi tentar. A sala de dança no centro da cidade era espaçosa, com espelhos nas paredes e um pavimento brilhante sob as luzes. Todos os participantes, na maioria entre os dezoito e os quarenta anos, esperavam pela instrutora. Eu estava de lado, a observar.

– Bom dia a todos! – soou uma voz confiante. Era ela, Marta, a minha futura parceira. Tinha vinte e cinco anos, uma silhueta esguia e desportiva, cabelos castanhos longos presos em rabo de cavalo e olhos que ardiam como laser. Vestida com leggings justas e um top curto, parecia uma dançarina profissional. A instrutora rapidamente formou os pares, e eu calhei com a Marta.

– Olá, sou Marta. Vamos treinar juntos – disse, estendendo-me a mão. O seu aperto era forte, decidido. Pela primeira vez senti um arrepio, porque a sua mão era quente e delicada apesar da força.

– Prazer em conhecê-la. Sou Kuba. Não sou especialista em dança – ri nervosamente.

– Não te preocupes. Eu levo isto muito a sério. Quero que sejamos perfeitos. Começamos com a valsa – anunciou, posicionando-se perto de mim. O seu cheiro, uma mistura de perfume e suor, atingiu-me como uma onda.

A instrutora mostrou os básicos: posição fechada, mão na cintura, a outra na omoplata. A Marta corrigiu imediatamente a minha postura.

– Não te encurves, Kuba. Endireita as costas. Mão mais abaixo, na minha cintura. Sente o meu ritmo – sussurrou, pressionando-se contra mim. As suas ancas roçaram as minhas, e senti o sangue a circular mais rápido. Estávamos tão próximos que ouvia a sua respiração. Realmente fiquei surpreendido, com o quão íntima pode ser a dança.

– Assim, melhor. Agora passo em frente, tu para trás. Um-dois-três – dirigia, guiando-me com confiança. A sua perna entrelaçou a minha na volta, e a mão na nuca puxou-me mais perto. Os seios roçaram o meu peito, macios e firmes sob o tecido fino. Esforcei-me por me concentrar, mas o meu corpo reagia instintivamente.

Depois de uma hora, estava suado, mas excitado.

– Bom trabalho para começar. Mas temos de praticar mais. Encontramo-nos depois da aula? – perguntou, olhando-me nos olhos.

– Claro, com prazer – respondi, sentindo a tensão a crescer.

Saímos juntos para o corredor. A Marta era inflexível.

– Amanhã de manhã, aqui às oito. Prepara-te, porque não tolero preguiça – disse severamente, mas com um sorriso. Pela primeira vez senti-me em transe, a sua abordagem dominante intrigava-me. Nessa noite, sonhei com a sua cintura nas minhas mãos, movimentos rítmicos e aquele olhar que prometia mais do que dança.

Treinos privados e tensão crescente entre nós durante repetições noturnas dos passos

Na manhã seguinte, cheguei à sala pontualmente. A Marta já esperava, a aquecer. Vinte e cinco anos de experiência em dança faziam dela uma mestra – soube que treinava desde criança.

– Chegaste. Bom. Começamos com rumba. É a dança da paixão, Kuba. Tens de sentir o meu corpo – disse, colocando a música. A saia mini justa e o top de alças destacavam as suas curvas. Posicionou-se à minha frente, mãos nas ancas.

– Posição aberta. Ancas no ritmo: um-dois, shake! – comandava. Os seus movimentos eram hipnotizantes, as ancas balançavam provocadoramente. Tive de a agarrar pelas mãos, puxá-la para perto. Realmente fiquei impressionado, com a forma como a sua pele ardia sob os dedos.

– Mais perto, Kuba! Sente o meu calor. Não te atrases – sussurrou, roçando-se em mim. Na volta, as suas nádegas roçaram a minha virilha, e senti a excitação a crescer. Esforcei-me por não pensar nisso, mas a sua abordagem séria intensificava a química.

– Vejo que reages. É bom, a dança é emoção – notou com um sorrisinho, sem interromper os passos. Treinámos uma hora, depois pausa.

– Bebe água. Conta-me sobre ti – sentou-se ao meu lado, a sua coxa tocou a minha.

– Trabalho em TI, vida aborrecida. E tu?

– Dançarina profissional, mas gosto de dominar na pista. Gosto quando o parceiro se rende – piscou o olho. Pela primeira vez senti um arrepio de submissão, as suas palavras soavam como um convite.

À noite, propôs um treino noturno na sala vazia.

– Ninguém nos atrapalha. Quero ensinar-te a paixão da rumba – disse ao telefone. Cheguei, o coração a bater forte. Estava com um vestido de dança preto, rasgado até à coxa.

– Tira a camisola, vai ser mais fácil sentir os movimentos – ordenou. Obedeci, sentindo-me nu sob o seu olhar. Dançámos com paixão, os corpos a deslizarem um no outro. As suas mãos no meu peito, as minhas nas suas ancas.

Agarrar mais forte, Kuba. Sente-me – gemeu baixinho na volta. Os seios ondulavam, os mamilos endurecidos sob o tecido. A minha excitação era incontrolável, endurecia a cada contacto.

– Marta, isto é... intenso – ofeguei.

– Ainda não sabes o que é intenso. Continua – respondeu dominantemente. Depois de uma hora, estávamos encharcados de suor, respirações aceleradas.

– És meu neste curso. Promete que vais obedecer – sussurrou, pressionando os lábios contra a minha orelha. Acenei com a cabeça, completamente hipnotizado pelo seu controlo. Nessa noite, masturbei-me, recordando o seu toque, sonhando com mais.

Clímax do curso: dos passos de dança à entrega apaixonada nos seus braços

Última aula do curso. A sala cheia de pares, mas eu só pensava na Marta. Vinte e oito anos e nunca sentira tal química. Estava com um vestido de baile vermelho, que realçava cada centímetro do seu corpo.

– Hoje tango. A dança da paixão e da luta – anunciou a instrutora. A Marta olhou para mim significativamente.

– Pronto para te entregares completamente? – sussurrou.

– Sim, guia-me – respondi, sentindo o calor nas virilhas.

O tango foi uma explosão de sensações. A sua perna entre as minhas, corpos entrelaçados, bocas próximas. No dip, ergueu-me, as ancas pressionaram as minhas, senti a sua humidade através do tecido.

– Bem, Kuba. És meu – murmurou, mordendo o lábio.

Depois da atuação, o público aplaudia, mas nós saímos para trás do palco.

– Vem, acabamos em privado – puxou-me para um quarto vazio. Fechou a porta, empurrou-me contra a parede.

Quero-te agora. Despe-me – ordenou, olhos flamejantes. Tirei-lhe o vestido, revelando um sutiã de renda e uma tanga. Seios fartos, mamilos rosados e duros.

Toca-me em todo o lado – gemeu, enquanto as minhas mãos percorriam o seu corpo. Beijei o pescoço, descendo mais. Pus-me de joelhos, lambi através da roupa interior.

– Sim, com a língua, Kuba! – suspirou, enfiando os dedos no meu cabelo. Tirei a tanga, a sua cona estava molhada, rosada. Saboreava a salgado-doce. Lambi o clitóris, passando os dedos na entrada.

– Entra em mim com os dedos. Forte! – implorou. Enfiei dois, rodando as ancas no ritmo da dança.

– Agora tu. Levanta-te – ergueu-se, tirando-me as calças. O meu pénis estava duro como pedra, grosso e pulsante. Abraçou-o com a boca, chupando profundamente.

Sabes divinal – murmurou, olhando para cima.

– Marta, não aguento – gemi.

– Entra em mim. Agora! – deitou-se na esteira, pernas abertas. Penetrei-a devagar, as suas paredes contraíam-se perfeitamente. Fodemo-nos no ritmo do tango: fundo, forte, com paixão.

Mais rápido, domina-me! – gritou. Virei-a, entrando por trás, batendo nas nádegas. O orgasmo veio em onda – a sua cona pulsava, o leite escorria pelas coxas.

Adoro isto! – exclamou, tremendo. Gozei dentro dela, enchendo-a de calor.

Ficámos deitados, entrelaçados.

– Foi o melhor curso. Continuamos? – perguntou com um sorriso.

– Sempre que quiseres – prometi. Realmente estava realizado, a dança tornara-se a nossa paixão.

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