Houve uma pequena colisão, mas nos entendemos da forma mais apaixonada

Houve uma pequena colisão, mas nos entendemos da forma mais apaixonada

Colisão inesperada e as primeiras faíscas entre nós na estrada vazia

Eu dirigia tarde da noite pela rodovia, voltando de uma conferência de negócios chata. Estava cansado, mas o rádio tocava minha música favorita, o que melhorava meu humor. De repente, em uma curva, senti um violento solavanco – a traseira do meu carro roçou o lado de outro veículo. Puta merda, pensei, só me faltava isso. Reduzi a velocidade e parei no acostamento, ligando as luzes de emergência. O coração batia como um martelo, mas os danos pareciam mínimos – apenas riscos e uma leve amassadura.

Desci do carro, ajeitando a camisa, e me aproximei do outro veículo. Era um SUV elegante, e dele saiu ela – uma morena alta de cabelos longos e ondulados, com um vestido justo que destacava suas curvas. Ela tinha cerca de 28 anos, lábios pintados de vermelho e um olhar que me prendeu imediatamente. Realmente fiquei surpreso com o quão linda era essa mulher no meio da noite.

– Tudo bem? – perguntei, tentando soar confiante.

– Sim, mas a traseira do seu carro bateu no meu lado – respondeu com um leve sorriso, mas os olhos tinham um brilho de irritação. Passou a mão pelo vestido, o que só destacou suas sexy formas. – Você me amassou bem.

Eu ri nervosamente.

– Desculpe, foi um acidente. Não te vi no retrovisor. Queremos verificar os danos?

Ela olhou o carro, tocando a amassadura com os dedos. Ficou tão perto de mim que sentia o cheiro do perfume dela – doce, provocante. Realmente senti o primeiro formigamento na parte baixa da barriga. Ela não era só linda, mas também confiante, o que agia em mim como um afrodisíaco.

– Sabe, não quero chamar a polícia nem a seguradora – disse baixinho, olhando nos meus olhos. – É uma bobagem. Talvez... a gente se entenda sozinhos?

O coração me pulou. O tom dela sugeria algo mais que palavras. Assenti com a cabeça.

– Claro, com prazer. Qual é o seu nome?

– Ola. E o seu?

– Marek. Prazer em conhecê-la, mesmo nessas circunstâncias.

Começamos a conversar, e a tensão entre nós crescia. Ela contou que voltava de uma festa com amigos, um pouco bêbada, mas totalmente lúcida. Eu admiti que sou solteiro e me entedio na estrada. Ela riu das minhas piadas, colocando a mão no meu ombro. Pela primeira vez em muito tempo senti uma química assim com uma desconhecida. A estrada estava vazia, só nós dois e nossos carros.

– Sabe, Marek, em vez de ficarmos aqui como idiotas, vamos ver se os dois carros ainda rodam? – propôs de forma travessa.

Ela entrou no SUV dela, e eu no meu. Partimos devagar, e ela me cortou, me obrigando a parar mais adiante no acostamento. Desceu balançando os quadris.

– Acho que precisamos de uma inspeção mais profunda – sussurrou, parando bem na minha frente.

Minhas mãos foram automaticamente para a cintura dela. O beijo foi elétrico, os lábios dela macios e famintos. Realmente fiquei impressionado com a ousadia dela. Nos separamos por um momento.

– Vamos para o carro – propus com a voz rouca.

Entramos no meu carro, no banco de trás. O vestido dela subiu, revelando meias pretas e lingerie de renda. A tensão crescia a cada segundo.

A tensão cresce: flerte e primeiros toques no apertado interior do carro

Estávamos no banco de trás do meu carro, as luzes de emergência piscavam, lançando reflexos vermelhos na pele dela. Ola se encostou em mim, a mão dela deslizou pelo meu peito. Realmente eu estava excitado, o coração batia loucamente. O perfume dela preenchia o espaço, e a proximidade do corpo dela me fazia perder a cabeça.

– Sabe que desde o primeiro momento quis te devorar com os olhos? – murmurou, mordendo o lábio.

– E eu só pensava em te beijar – respondi, puxando-a mais para perto.

Nossos lábios se encontraram de novo, desta vez mais fundo, com a língua explorando o calor dela. As mãos dela desabotoaram minha camisa, as unhas arranhavam a pele. Tirei as alças do vestido dela, revelando seios fartos em sutiã de renda. Eram perfeitos, mamilos endurecidos sob meu toque. Pela primeira vez senti uma onda de desejo assim por uma desconhecida.

– Você é tão sexy – sussurrei, chupando o pescoço dela.

– Me mostra o quanto – provocou, desabotoando meu cinto.

A mão dela mergulhou nas minhas calças, envolvendo meu pau endurecendo. Massageava devagar, olhando nos meus olhos com um diabólico sorriso. Eu baixei o vestido dela mais, os dedos provocando a renda úmida da calcinha. Ela já estava molhada, o que só atiçava o fogo.

– Quero te sentir – gemeu, acelerando os movimentos.

Eu a pus em cima de mim, de modo que ela montasse. Tirei a calcinha dela, e ela me ajudou a tirar as calças. Sentia o calor dela em mim. Foi como uma explosão – ela me montou devagar, gemendo alto. Os quadris dela começaram a ondular, ritmicamente, apertando-me com força.

Sim, mais forte! – gritou, jogando a cabeça para trás.

Eu me movia para cima, segurando as nádegas dela. O carro balançava levemente, mas a estrada estava vazia, ninguém nos via. Os seios dela quicavam, e eu os chupava alternadamente. Realmente nunca vivi algo tão intenso em um lugar tão inesperado.

– Você é incrível, Ola – ofegava.

– Não para, Marek... mais perto...

Aceleramos, o suor escorria por nós. O orgasmo dela veio primeiro – ela se contraiu em mim, tremendo o corpo todo. Isso bastou para eu explodir dentro dela com um poderoso suspiro. Caímos um sobre o outro, ofegantes.

– Isso foi o acordo do ano – riu.

– Com certeza. Mas não é o fim, né?

Ela me olhou com um brilho nos olhos, sugerindo mais.

Clímax do desejo e despedida satisfatória após a noite apaixonada

Após nossa primeira loucura não conseguíamos nos soltar. Ola desceu mais, ajoelhando no banco. Os lábios dela envolveram meu pau ainda duro, chupando profundamente e com paixão. Olhava para mim de baixo, olhos cheios de desejo. Realmente eu estava no sétimo céu, a língua dela girava ao redor da cabeça, as mãos massageavam as bolas.

– Você tem um gosto maravilhoso – murmurou entre as chupadas.

– Continua, por favor...

Ela fez, até eu estar na beira de novo. Recuou, subindo de volta.

– Desta vez dentro de mim, por trás – ordenou, se posicionando de quatro.

Levantei o vestido dela, entrando forte. As nádegas dela ondulavam a cada estocada, o carro tremia ritmicamente. Segurei os cabelos dela, puxando levemente, o que só a excitava mais.

Sim, me fode mais forte! – gritava.

Acelerei, palmadas na bunda dela soavam alto. Ela era apertada e molhada, perfeita. Essa tensão se acumulava até o limite, até atingirmos outro clímax juntos. Gritamos juntos, corpos tremendo em êxtase.

Caímos exaustos. Conversamos um pouco – ela soube que tenho 32 anos, trabalho em TI, ela é advogada. Rimos da nossa colisão.

– Graças a essa batida vivi a melhor noite – admitiu, me beijando.

– Eu também. Quem sabe repetimos?

– Te dou meu número. Mas agora vamos embora daqui antes que alguém nos veja.

Saímos, ajeitando as roupas. Trocamos números, o beijo de despedida foi apaixonado. Ela partiu primeiro, acenando. Fiquei um pouco, recordando o cheiro dela, o toque. Realmente isso mudou minha visão sobre acidentes de carro. Naquela noite entendi que às vezes uma pequena colisão leva a uma grande aventura.

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