Mudança para o novo apartamento e um acolhimento apaixonado da vizinha com uma garrafa de vinho
Primeiras caixas e a campainha inesperada da vizinha misteriosa
Finalmente cheguei ao novo apartamento – malas, caixas e cartões espalhados por toda a sala. Estava exausta depois de um dia inteiro carregando coisas pelas escadas, mas animada. Eu tinha 28 anos, recém-divorciada, e esse lugar seria o meu novo começo. Desempacotei apenas o essencial: uma caneca, chá e laptop. Estava sentada no chão com uma camiseta folgada e shorts quando de repente ouvi a campainha. Quem será a essa hora? – pensei, limpando o suor da testa.
Abri a porta e lá estava ela – a vizinha com uma garrafa de vinho na mão. Uma mulher alta e esguia de cerca de 35 anos, com uma cascata de cabelos castanhos caindo sobre os ombros, vestindo um vestido vermelho justo que realçava as curvas dos quadris e os seios fartos. Seus olhos verdes brilhavam maliciosamente, e os lábios pintados de batom formavam um sorriso caloroso.
– Oi! Sou Marta, sua vizinha do outro lado do corredor – disse com uma voz melodiosa, erguendo a garrafa. – Ouvi o barulho e pensei que você precisaria de uma boas-vindas. É um merlot, perfeito para uma noite assim.
Fiquei realmente surpresa, mas sua energia era contagiante. Deixei-a entrar, sentindo um leve constrangimento com a bagunça.
– Entre, só perdoe o caos. Sou Anna – respondi, gesticulando para convidá-la a avançar. – Acabei de me mudar.
Marta riu, colocando o vinho na única superfície livre – uma mesinha pequena.
– Caos é a minha especialidade. Trabalho em uma agência de publicidade, sempre com prazos e desordem. E você? O que a trouxe para o nosso prédio?
Sentamos no chão, encostadas no sofá que mal consegui trazer. Abrimos a garrafa – não tinha taças, então bebemos direto do gargalo, alternando. O vinho era excelente, encorpado e frutado, aquecendo o sangue rapidamente. Conversamos sobre tudo: o meu divórcio ("Homens são idiotas, né?"), o solteirismo dela após um relacionamento turbulento ("Prefiro mulheres, elas são mais... sensíveis"), o bairro. Pela primeira vez senti esse formigamento na barriga do olhar dela – intenso, como se me despisse com os olhos.
– Você é linda, Anna. Tem traços tão delicados, como uma boneca – sussurrou, tocando suavemente a minha bochecha. Seus dedos estavam quentes, cheiravam a baunilha.
Corei, mas não recuei.
– Você também... Esse vestido fica incrível em você.
Rimos, o vinho fluía em riachos. Ela contava sobre suas aventuras: festas na sauna no telhado do prédio, encontros discretos com mulheres da vizinhança. Meu coração batia mais rápido, nunca tinha estado com uma mulher, mas a proximidade dela despertava curiosidade em mim. Marta se inclinou mais perto, seu hálito roçando o meu pescoço.
– Quer ver o resto do apartamento? – perguntei, tentando manter o controle.
– Quero ver você – respondeu ousadamente, sua mão deslizando para a minha coxa.
A atmosfera ficava densa, as caixas ao nosso redor pareciam desaparecer. Eu estava realmente excitada, os mamilos endureceram sob a camiseta. Levantamos, ela me puxou para si, nossos lábios se tocaram em um primeiro beijo tímido. Ela tinha gosto de vinho e desejo. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, eu retribuí, sentindo a curva da sua cintura. Era o início de algo inesperado.
Abri a porta e lá estava ela – a vizinha com uma garrafa de vinho na mão. Uma mulher alta e esguia de cerca de 35 anos, com uma cascata de cabelos castanhos caindo sobre os ombros, vestindo um vestido vermelho justo que realçava as curvas dos quadris e os seios fartos. Seus olhos verdes brilhavam maliciosamente, e os lábios pintados de batom formavam um sorriso caloroso.
– Oi! Sou Marta, sua vizinha do outro lado do corredor – disse com uma voz melodiosa, erguendo a garrafa. – Ouvi o barulho e pensei que você precisaria de uma boas-vindas. É um merlot, perfeito para uma noite assim.
Fiquei realmente surpresa, mas sua energia era contagiante. Deixei-a entrar, sentindo um leve constrangimento com a bagunça.
– Entre, só perdoe o caos. Sou Anna – respondi, gesticulando para convidá-la a avançar. – Acabei de me mudar.
Marta riu, colocando o vinho na única superfície livre – uma mesinha pequena.
– Caos é a minha especialidade. Trabalho em uma agência de publicidade, sempre com prazos e desordem. E você? O que a trouxe para o nosso prédio?
Sentamos no chão, encostadas no sofá que mal consegui trazer. Abrimos a garrafa – não tinha taças, então bebemos direto do gargalo, alternando. O vinho era excelente, encorpado e frutado, aquecendo o sangue rapidamente. Conversamos sobre tudo: o meu divórcio ("Homens são idiotas, né?"), o solteirismo dela após um relacionamento turbulento ("Prefiro mulheres, elas são mais... sensíveis"), o bairro. Pela primeira vez senti esse formigamento na barriga do olhar dela – intenso, como se me despisse com os olhos.
– Você é linda, Anna. Tem traços tão delicados, como uma boneca – sussurrou, tocando suavemente a minha bochecha. Seus dedos estavam quentes, cheiravam a baunilha.
Corei, mas não recuei.
– Você também... Esse vestido fica incrível em você.
Rimos, o vinho fluía em riachos. Ela contava sobre suas aventuras: festas na sauna no telhado do prédio, encontros discretos com mulheres da vizinhança. Meu coração batia mais rápido, nunca tinha estado com uma mulher, mas a proximidade dela despertava curiosidade em mim. Marta se inclinou mais perto, seu hálito roçando o meu pescoço.
– Quer ver o resto do apartamento? – perguntei, tentando manter o controle.
– Quero ver você – respondeu ousadamente, sua mão deslizando para a minha coxa.
A atmosfera ficava densa, as caixas ao nosso redor pareciam desaparecer. Eu estava realmente excitada, os mamilos endureceram sob a camiseta. Levantamos, ela me puxou para si, nossos lábios se tocaram em um primeiro beijo tímido. Ela tinha gosto de vinho e desejo. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, eu retribuí, sentindo a curva da sua cintura. Era o início de algo inesperado.
Vinho, conversas e tensão crescente entre nós à luz de velas das caixas
Após esse primeiro beijo o mundo ao nosso redor deixou de existir. Estávamos na sala, cercadas de caixas, mas Marta tomou a iniciativa. Pegou das minhas caixas velas – aquelas que empacotei 'para o caso de precisar' – e as acendeu, espalhando-as pela mesinha no chão. O quarto se encheu de uma luz quente e tremeluzente, o cheiro de vinho se misturando ao aroma de cera.
– Agora está perfeito – murmurou, me puxando de volta para o chão. – Me conte mais sobre você, Anna. O que te excita?
Sentamos perto, pernas entrelaçadas. Bebemos vinho, eu do copo dela – finalmente encontrei dois esquecidos na cozinha. Sua mão acariciava preguiçosamente o meu braço, descendo para a barriga. Eu estava realmente molhada entre as coxas, nunca senti um calor assim do toque de uma mulher.
– Sempre estive com homens, mas... sempre me intriguei – admiti sussurrando, olhando nos olhos dela. – E você? Quantas vezes...?
Marta sorriu de forma predatória.
– Muitas. Mulheres conhecem os corpos melhor que os caras. Vem, eu te mostro.
O beijo foi mais profundo, sua língua dançava com a minha, provando merlot. Desabotoou a minha camiseta, expondo os seios – os mamilos eriçados pedindo atenção. Inclinou-se, chupando-os suavemente, e eu gemi alto.
– Meu Deus, isso é tão bom – sussurrei, enfiando os dedos nos cabelos dela.
Suas mãos deslizaram os meus shorts, os dedos encontraram-se entre as pernas, roçando as bordas úmidas. Pela primeira vez alguém me tocava com tanta precisão, circulando o clitóris. Contorcia-me sob ela, implorando por mais.
– Você está tão apertadinha e molhada – murmurava, enfiando um dedo mais fundo. – Gosta?
– Sim, não para! – gemi, mordendo o lábio.
Retribuí, tirando o vestido dela. Por baixo, lingerie preta de renda, tanga apertando as nádegas. Beijei o pescoço dela, descendo, chupando os mamilos através da renda. Marta suspirou, pressionando a minha cabeça.
– Boa aluna. Agora me lambe.
Deitou-se de costas, abrindo as pernas. Ajoelhei-me entre elas, inalando seu cheiro – doce, excitante. Com a língua deslizei pela fenda úmida, chupando o clitóris. Ela tinha gosto de ambrosia, os quadris se moviam ritmicamente.
– Mais fundo, amor! – ofegava.
Enfiando dois dedos, lambi rápido até ela gritar, gozando tremendo. Depois foi ela quem me pegou – boca na minha buceta, língua penetrando fundo. O orgasmo veio como uma onda, gritei o nome dela, unhas cravadas no chão.
Ficamos deitadas ofegantes, vinho derramado ao lado. Mas não era o fim – a tensão ainda crescia.
– Agora está perfeito – murmurou, me puxando de volta para o chão. – Me conte mais sobre você, Anna. O que te excita?
Sentamos perto, pernas entrelaçadas. Bebemos vinho, eu do copo dela – finalmente encontrei dois esquecidos na cozinha. Sua mão acariciava preguiçosamente o meu braço, descendo para a barriga. Eu estava realmente molhada entre as coxas, nunca senti um calor assim do toque de uma mulher.
– Sempre estive com homens, mas... sempre me intriguei – admiti sussurrando, olhando nos olhos dela. – E você? Quantas vezes...?
Marta sorriu de forma predatória.
– Muitas. Mulheres conhecem os corpos melhor que os caras. Vem, eu te mostro.
O beijo foi mais profundo, sua língua dançava com a minha, provando merlot. Desabotoou a minha camiseta, expondo os seios – os mamilos eriçados pedindo atenção. Inclinou-se, chupando-os suavemente, e eu gemi alto.
– Meu Deus, isso é tão bom – sussurrei, enfiando os dedos nos cabelos dela.
Suas mãos deslizaram os meus shorts, os dedos encontraram-se entre as pernas, roçando as bordas úmidas. Pela primeira vez alguém me tocava com tanta precisão, circulando o clitóris. Contorcia-me sob ela, implorando por mais.
– Você está tão apertadinha e molhada – murmurava, enfiando um dedo mais fundo. – Gosta?
– Sim, não para! – gemi, mordendo o lábio.
Retribuí, tirando o vestido dela. Por baixo, lingerie preta de renda, tanga apertando as nádegas. Beijei o pescoço dela, descendo, chupando os mamilos através da renda. Marta suspirou, pressionando a minha cabeça.
– Boa aluna. Agora me lambe.
Deitou-se de costas, abrindo as pernas. Ajoelhei-me entre elas, inalando seu cheiro – doce, excitante. Com a língua deslizei pela fenda úmida, chupando o clitóris. Ela tinha gosto de ambrosia, os quadris se moviam ritmicamente.
– Mais fundo, amor! – ofegava.
Enfiando dois dedos, lambi rápido até ela gritar, gozando tremendo. Depois foi ela quem me pegou – boca na minha buceta, língua penetrando fundo. O orgasmo veio como uma onda, gritei o nome dela, unhas cravadas no chão.
Ficamos deitadas ofegantes, vinho derramado ao lado. Mas não era o fim – a tensão ainda crescia.
Clímax da paixão no quarto – de carícias mútuas à explosão de prazer
Após os orgasmos no chão, Marta me puxou para o quarto – o único cômodo sem bagunça, com uma grande cama ainda na embalagem. Tiramos as roupas restantes, corpos nus brilhavam à luz da lua entrando pela janela. Eu estava viciada no toque dela, queria mais.
– Agora a diversão de verdade – sussurrou, tirando da bolsa (esqueci que ela tinha!) um pequeno vibrador. – Vamos testar?
Assenti, excitada. Colocou-me de bruços, lubrificando a buceta com lubrificante da nécessaire. O vibrador entrou devagar, vibrando baixo.
– Assim, mais fundo! – gemi, erguendo os quadris.
Marta acariciava as minhas costas, mordendo a nuca, seu dedo circulava o ânus – delicadamente, provocativamente.
– Quer aqui? – perguntou.
– Sim, mas devagar... Primeira vez anal com alguém assim.
Tirando o vibrador, lubrificou o dedo e entrou devagar. Dor se misturava ao prazer, gemi alto. Depois o vibrador de volta na buceta, dedo no cuzinho – penetração dupla me levou à loucura.
– Você é a minha putinha – murmurava dominantemente, mas com ternura. – Goze pra mim.
Explodi, esguichando sucos no lençol. Depois trocamos – eu nela, lambendo a bunda, enfiando a língua, depois o vibrador. Ela se contorcia, implorando:
– Me fode forte, Anna!
Fodi ela com força, chupando os peitos, até ela gritar, tremendo no orgasmo. Caímos exaustas, entrelaçadas.
– Essa foi a melhor mudança ever – riu.
– Fica a noite – pedi.
Dormimos abraçadas, vinho terminado pela manhã. Era o começo de algo mais que uma aventura.
– Agora a diversão de verdade – sussurrou, tirando da bolsa (esqueci que ela tinha!) um pequeno vibrador. – Vamos testar?
Assenti, excitada. Colocou-me de bruços, lubrificando a buceta com lubrificante da nécessaire. O vibrador entrou devagar, vibrando baixo.
– Assim, mais fundo! – gemi, erguendo os quadris.
Marta acariciava as minhas costas, mordendo a nuca, seu dedo circulava o ânus – delicadamente, provocativamente.
– Quer aqui? – perguntou.
– Sim, mas devagar... Primeira vez anal com alguém assim.
Tirando o vibrador, lubrificou o dedo e entrou devagar. Dor se misturava ao prazer, gemi alto. Depois o vibrador de volta na buceta, dedo no cuzinho – penetração dupla me levou à loucura.
– Você é a minha putinha – murmurava dominantemente, mas com ternura. – Goze pra mim.
Explodi, esguichando sucos no lençol. Depois trocamos – eu nela, lambendo a bunda, enfiando a língua, depois o vibrador. Ela se contorcia, implorando:
– Me fode forte, Anna!
Fodi ela com força, chupando os peitos, até ela gritar, tremendo no orgasmo. Caímos exaustas, entrelaçadas.
– Essa foi a melhor mudança ever – riu.
– Fica a noite – pedi.
Dormimos abraçadas, vinho terminado pela manhã. Era o começo de algo mais que uma aventura.
