Quarto partilhado num hostel no Erasmus: A espanhola da cama ao lado não conseguia dormir
Chegada a Madrid e primeiro encontro com a espanhola no hostel
Estava excitada como nunca quando aterrei em Madrid no meu primeiro Erasmus. Tinha vinte anos, estudava filologia românica e sonhava com o sol espanhol, tapas e novas aventuras. O hostel que reservei era barato e no centro, ideal para uma estudante com orçamento limitado. Quarto misto, duas camas beliche, casa de banho partilhada – nada de especial, mas o suficiente para sentir o sabor da liberdade.
Entrei no quarto com a mochila ao ombro, e lá estava ela. A espanhola da cama ao lado – alta, morena, com longos cabelos pretos ondulados a cair sobre os ombros. Chamava-se Carmen, tinha vinte e um anos e estudava arquitetura na universidade local. Vestida com uma fina camisola branca de alças e calções que realçavam as suas ancas curvilíneas, estava deitada na cama de baixo a rolar no telemóvel.
– Hola! – sorriu amplamente, levantando-se com agilidade. Os seus olhos, escuros e travessos, perfuraram-me de parte a parte. – És a nova companheira de quarto? Chamo-me Carmen.
– Olá, Ola – respondi, corando ligeiramente. Estava realmente intimidada com a sua confiança. – Sim, cheguei hoje da Polónia. Erasmus por um semestre.
Ajudou-me a desfazer as malas, falando sem parar em espanhol misturado com inglês. Contava sobre as festas de Madrid, os melhores bares e como adorava mostrar a cidade a raparigas estrangeiras. Era tão aberta, calorosa, que me senti rapidamente como em casa. O seu riso soava como música flamenca, e o cheiro do seu perfume – doce, cítrico – encheu o quarto.
À noite fomos comer tapas. Carmen conhecia todas as ruelas, puxava-me pela mão pela multidão. Bebemos sangria, dançámos ao som de música de rua. Pela primeira vez senti aquela faísca – a sua mão no meu ombro, a proximidade do corpo no calor da noite. Era bissexual, mencionou casualmente uma ex-namorada, mas eu? Eu sempre fui hetero, os rapazes da Polónia eram o meu mundo. Mas naquela noite, ao voltarmos para o hostel, algo mudou.
No quarto estava abafado, o ventilador mal dava conta do recado. Carmen tirou a camisola, ficando de soutien e calções. A sua pele brilhava de suor, os seios fartos ondulavam ligeiramente a cada movimento.
– Que calor, não é? – piscou o olho. – Tira alguma coisa, Ola, não te envergonhes.
– Sim, de facto – sussurrei, despindo a blusa. Deitei-me na cama de cima só de roupa interior, o coração batia-me mais rápido do que devia. Ouvi a sua respiração lá em baixo, sentia a tensão no ar. Naquela noite ainda não sabia que não ia dormir. Mas já então, estava realmente excitada não só com Madrid.
Entrei no quarto com a mochila ao ombro, e lá estava ela. A espanhola da cama ao lado – alta, morena, com longos cabelos pretos ondulados a cair sobre os ombros. Chamava-se Carmen, tinha vinte e um anos e estudava arquitetura na universidade local. Vestida com uma fina camisola branca de alças e calções que realçavam as suas ancas curvilíneas, estava deitada na cama de baixo a rolar no telemóvel.
– Hola! – sorriu amplamente, levantando-se com agilidade. Os seus olhos, escuros e travessos, perfuraram-me de parte a parte. – És a nova companheira de quarto? Chamo-me Carmen.
– Olá, Ola – respondi, corando ligeiramente. Estava realmente intimidada com a sua confiança. – Sim, cheguei hoje da Polónia. Erasmus por um semestre.
Ajudou-me a desfazer as malas, falando sem parar em espanhol misturado com inglês. Contava sobre as festas de Madrid, os melhores bares e como adorava mostrar a cidade a raparigas estrangeiras. Era tão aberta, calorosa, que me senti rapidamente como em casa. O seu riso soava como música flamenca, e o cheiro do seu perfume – doce, cítrico – encheu o quarto.
À noite fomos comer tapas. Carmen conhecia todas as ruelas, puxava-me pela mão pela multidão. Bebemos sangria, dançámos ao som de música de rua. Pela primeira vez senti aquela faísca – a sua mão no meu ombro, a proximidade do corpo no calor da noite. Era bissexual, mencionou casualmente uma ex-namorada, mas eu? Eu sempre fui hetero, os rapazes da Polónia eram o meu mundo. Mas naquela noite, ao voltarmos para o hostel, algo mudou.
No quarto estava abafado, o ventilador mal dava conta do recado. Carmen tirou a camisola, ficando de soutien e calções. A sua pele brilhava de suor, os seios fartos ondulavam ligeiramente a cada movimento.
– Que calor, não é? – piscou o olho. – Tira alguma coisa, Ola, não te envergonhes.
– Sim, de facto – sussurrei, despindo a blusa. Deitei-me na cama de cima só de roupa interior, o coração batia-me mais rápido do que devia. Ouvi a sua respiração lá em baixo, sentia a tensão no ar. Naquela noite ainda não sabia que não ia dormir. Mas já então, estava realmente excitada não só com Madrid.
Insónia noturna da espanhola e as nossas primeiras confissões íntimas na escuridão
Duas da manhã. Virava-me e revirava-me na estreita cama beliche, tentando adormecer naquele calor madrileno. O hostel acalmava-se devagar, mas eu não conseguia pregar olho – a sangria zumbia na cabeça, os pensamentos sobre Carmen não me davam tréguas. Estava realmente surpreendida comigo própria, porque nunca antes olhara para uma rapariga dessa forma. Até que ouvi um farfalhar lá em baixo.
– Ola? Estás acordada? – sussurrou Carmen, a sua voz grave, sensual na escuridão.
– Sim... Não consigo dormir. E tu? – respondi baixinho, inclinando-me sobre o corrimão.
– Eu também não. Estou a pensar em ti. Em como és doce e tímida. Desce cá para baixo, deita-te comigo. Há um colchão no chão, é mais fresco.
Desci pela escada, o coração a bater como um martelo. O quarto era iluminado apenas pelo brilho da lanterna da rua através das persianas. Carmen estava deitada no colchão, nua da cintura para cima, os mamilos duros com o frio da noite. A sua pele cheirava a sal e desejo.
– Conta-me sobre ti – murmurou, puxando-me para mais perto. – Tens namorado? Amante?
– Não... Esteve com rapazes, mas é aborrecido. E tu? – perguntei, deitando-me ao lado. As nossas coxas roçaram-se por acaso, pela primeira vez senti um arrepio.
– Gosto de raparigas. A sua maciez, o sabor. – Os seus dedos deslizaram pelo meu ombro. – És linda, Ola. As raparigas polacas têm um encanto tão fresco.
Falámos durante horas. Confessava como sentia falta da liberdade após a separação da ex, como o Erasmus era a sua fuga. Eu partilhava os meus sonhos sobre Espanha, sobre como sempre fora a rapariga certinha da pequena cidade. A tensão crescia – a sua respiração acelerava, a mão subia cada vez mais. Estava mesmo molhada, embora me envergonhasse admiti-lo.
– Toca-me – sussurrou por fim. – Por favor.
– Carmen... Nunca com uma rapariga... – hesitei, mas os seus olhos suplicavam.
– Eu guio-te. Diz se não quiseres.
A minha mão foi até ao seu seio, pesado e quente. O beijo foi como uma explosão – os seus lábios macios, a língua travessa. Chupámo-nos com paixão, os corpos entrelaçados. Estava em transe, as suas mãos nas minhas cuecas, os dedos a explorar a humidade. O primeiro orgasmo da sua boca chegava em ondas, enquanto lambia os meus mamilos.
– Ola? Estás acordada? – sussurrou Carmen, a sua voz grave, sensual na escuridão.
– Sim... Não consigo dormir. E tu? – respondi baixinho, inclinando-me sobre o corrimão.
– Eu também não. Estou a pensar em ti. Em como és doce e tímida. Desce cá para baixo, deita-te comigo. Há um colchão no chão, é mais fresco.
Desci pela escada, o coração a bater como um martelo. O quarto era iluminado apenas pelo brilho da lanterna da rua através das persianas. Carmen estava deitada no colchão, nua da cintura para cima, os mamilos duros com o frio da noite. A sua pele cheirava a sal e desejo.
– Conta-me sobre ti – murmurou, puxando-me para mais perto. – Tens namorado? Amante?
– Não... Esteve com rapazes, mas é aborrecido. E tu? – perguntei, deitando-me ao lado. As nossas coxas roçaram-se por acaso, pela primeira vez senti um arrepio.
– Gosto de raparigas. A sua maciez, o sabor. – Os seus dedos deslizaram pelo meu ombro. – És linda, Ola. As raparigas polacas têm um encanto tão fresco.
Falámos durante horas. Confessava como sentia falta da liberdade após a separação da ex, como o Erasmus era a sua fuga. Eu partilhava os meus sonhos sobre Espanha, sobre como sempre fora a rapariga certinha da pequena cidade. A tensão crescia – a sua respiração acelerava, a mão subia cada vez mais. Estava mesmo molhada, embora me envergonhasse admiti-lo.
– Toca-me – sussurrou por fim. – Por favor.
– Carmen... Nunca com uma rapariga... – hesitei, mas os seus olhos suplicavam.
– Eu guio-te. Diz se não quiseres.
A minha mão foi até ao seu seio, pesado e quente. O beijo foi como uma explosão – os seus lábios macios, a língua travessa. Chupámo-nos com paixão, os corpos entrelaçados. Estava em transe, as suas mãos nas minhas cuecas, os dedos a explorar a humidade. O primeiro orgasmo da sua boca chegava em ondas, enquanto lambia os meus mamilos.
Clímax da paixão: A espanhola e eu entregamo-nos sem reservas no hostel
O amanhecer mal despontava, mas nós não tínhamos dormido. Após aquele primeiro beijo tudo correu em avalanche. Carmen era experiente, dominante de forma suave mas firme. Estava mesmo pronta para tudo – a sua confiança desarmou os meus travões.
– Abre as pernas, meu amor – ordenou, ajoelhando-se entre as minhas coxas. A sua respiração na minha cona fez-me tremer de prazer. – Estás tão molhada por mim.
– Carmen... Por favor, lambe-me – supliquei, agarrando os seus cabelos.
A sua língua era magistral – rodopiava à volta do clitóris, penetrava fundo, chupando os sumos. Pela primeira vez senti um fogo assim, melhor do que com qualquer rapaz. Gritava baixinho, mordendo a almofada para não acordar o resto do hostel. O orgasmo veio como um tsunami, ondas de prazer a espalharem-se pelo corpo.
– Agora tu – gemeu, deitando-se de costas. A sua cona era lisa, rosada, a pingar. Ensinou-me como lamber – devagar, em movimentos circulares. Sabia a salgado-doce, viciante. As suas ancas ondulavam, empurrava-se contra a minha cara.
– Sim, Ola! Mais fundo! – gritava em espanhol, misturando palavrões com carinhos.
Passámos para as tesouras – as nossas conas roçavam-se, escorregadias, quentes. O suor escorria pelas costas, o quarto encheu-se dos nossos gemidos. Carmen enfiou dedos em mim, dois, depois três, massageando o ponto G. Explodi pela segunda vez, os lençóis molhados testemunhas da minha rendição.
– Amo-te assim – sussurrou, abraçando-me. – Fica comigo este semestre.
– Sim... Vou ficar – prometi, beijando o seu pescoço.
Ao romper da manhã adormecemos entrelaçadas, exaustas. Acordámos para novos dias cheios de olhares discretos, carícias rápidas na casa de banho. Aquela noite no hostel mudou-me para sempre – de polaca tímida a mulher a descobrir as prazeres lésbicos. O Erasmus tornou-se mais do que estudos.
– Abre as pernas, meu amor – ordenou, ajoelhando-se entre as minhas coxas. A sua respiração na minha cona fez-me tremer de prazer. – Estás tão molhada por mim.
– Carmen... Por favor, lambe-me – supliquei, agarrando os seus cabelos.
A sua língua era magistral – rodopiava à volta do clitóris, penetrava fundo, chupando os sumos. Pela primeira vez senti um fogo assim, melhor do que com qualquer rapaz. Gritava baixinho, mordendo a almofada para não acordar o resto do hostel. O orgasmo veio como um tsunami, ondas de prazer a espalharem-se pelo corpo.
– Agora tu – gemeu, deitando-se de costas. A sua cona era lisa, rosada, a pingar. Ensinou-me como lamber – devagar, em movimentos circulares. Sabia a salgado-doce, viciante. As suas ancas ondulavam, empurrava-se contra a minha cara.
– Sim, Ola! Mais fundo! – gritava em espanhol, misturando palavrões com carinhos.
Passámos para as tesouras – as nossas conas roçavam-se, escorregadias, quentes. O suor escorria pelas costas, o quarto encheu-se dos nossos gemidos. Carmen enfiou dedos em mim, dois, depois três, massageando o ponto G. Explodi pela segunda vez, os lençóis molhados testemunhas da minha rendição.
– Amo-te assim – sussurrou, abraçando-me. – Fica comigo este semestre.
– Sim... Vou ficar – prometi, beijando o seu pescoço.
Ao romper da manhã adormecemos entrelaçadas, exaustas. Acordámos para novos dias cheios de olhares discretos, carícias rápidas na casa de banho. Aquela noite no hostel mudou-me para sempre – de polaca tímida a mulher a descobrir as prazeres lésbicos. O Erasmus tornou-se mais do que estudos.
