Paixão proibida no banco traseiro do táxi durante uma viagem noturna pela cidade
Encontro no bar e decisão de viagem conjunta no táxi noturno
- Você quer que eu te leve? - perguntou, olhando-me diretamente nos olhos. Eu estava realmente cansada naquela hora, mas sua voz soava tão sedutora. - Claro, por que não - respondi, sentindo as primeiras faíscas. Entramos no táxi e sentamos no banco de trás. O motorista ligou o rádio e partiu. Conversávamos baixinho, mas a tensão aumentava. Pela primeira vez senti sua mão na minha coxa. - Você é linda - sussurrou. - Eu estava realmente surpresa com a rapidez com que reagi. Aproximei-me mais, nossos joelhos se tocaram. Seus dedos começaram a massagear delicadamente minha pele sob o vestido. - Cuidado, ele pode ver - avisei em sussurro. - Ele não vai ver, confie em mim - respondeu. Eu sentia meu corpo esquentando. Sua mão vagava mais alto, e eu instintivamente abri as pernas. Eu já estava molhada, embora mal nos conhecêssemos. - Diga que você quer isso - murmurou. - Eu quero - sussurrei. O motorista virava nas ruas, e nós em silêncio nos descobríamos. Seus dedos roçaram minha calcinha e eu suspirei baixinho. Foi o momento em que perdemos o controle. Continuamos conversando sobre nada, fingindo uma conversa normal, enquanto sua mão se aprofundava.
Escalada do desejo e carícias ocultas no banco traseiro do táxi
Seus dedos deslizaram sob minha calcinha e pela primeira vez realmente senti seu toque no meu lugar mais íntimo. - Você está tão quente - sussurrou no meu ouvido. - Silêncio, senão ele vai nos ouvir - respondi, mas eu não queria que parasse. O motorista murmurava algo para o rádio, completamente alheio. Desabotoei sua calça sob a manta que eu joguei sobre nossos joelhos. Seu membro já estava duro e quente. - Segure-o na sua mão - pediu. Comecei a massagear lentamente, sentindo cada pulsação. Eu estava realmente excitada, fazendo algo assim pela primeira vez em um táxi. - Eu quero te sentir dentro de mim - sussurrou. - Não aqui - respondi, mas meu corpo dizia outra coisa. Desloquei minha calcinha para o lado e permiti que ele introduzisse os dedos mais fundo. Meus quadris se moviam ritmicamente, tentando não emitir nenhum som. - Você é incrível - disse. - Eu estava realmente perto do orgasmo quando o táxi parou no sinal vermelho. O motorista olhou no retrovisor, mas não percebeu nada. Continuamos até chegarmos ao destino, tremendo de tensão e prazer oculto.
Culminação da paixão e conclusão satisfatória no táxi
Quando o táxi entrou em uma rua mais escura, não pudemos mais nos conter. Pela primeira vez senti ele dentro de mim tão rápido e intensamente. Sentei-me sobre ele de costas para o motorista, baixando-me lentamente sobre seu membro duro. - Ah, sim - gemi baixinho. - Silêncio, amor - sussurrou, segurando-me pelos quadris. Movíamo-nos ritmicamente, mas de forma muito discreta. Cada movimento era controlado para não balançar o carro inteiro. Eu estava realmente perto, meu corpo tremia de prazer. - Não pare - implorei. Suas mãos vagavam sobre meus seios sob a blusa. O orgasmo chegou em ondas, abafando os gemidos em seu pescoço. Ele também gozou pouco depois, me enchendo com seu calor. - Foi incrível - disse. Descemos em frente à minha casa, trocando apenas olhares. O motorista nem mesmo virou a cabeça. - Até logo - disse ao se despedir. Entrei no apartamento com um sorriso, sabendo que aquela noite permaneceria para sempre nosso segredo.
