Ficamos presos no elevador por várias horas – a melhor pane da minha vida

Ficamos presos no elevador por várias horas – a melhor pane da minha vida

Parada repentina do elevador e os primeiros momentos de tensão com o misterioso desconhecido

Eu tinha vinte e cinco anos e estava voltando do trabalho em um grande prédio de escritórios no centro da cidade. Era fim de noite, os corredores estavam vazios, e eu me sentia cansada depois de um dia inteiro de reuniões. Entrei no elevador no décimo andar, apertei o botão do térreo e as portas começaram a fechar. Então ele entrou correndo – um homem alto, de cabelos escuros, em um terno bem cortado, com barba rala e um olhar intenso que imediatamente chamou minha atenção. Ele tinha cerca de trinta anos, exalava confiança.

– Obrigado por esperar – disse ele com um sorriso, entrando.

– Não foi nada – respondi, sentindo um leve arrepio na barriga. O elevador começou a descer suavemente.

De repente, tudo parou. Um rangido agudo de metal, as luzes piscaram, e a cabine tremeu violentamente. Meu coração saltou na garganta. O display com os números dos andares apagou, e o botão de emergência acendeu uma luz vermelha.

– Merda, o que está acontecendo? – murmurei, apertando o botão de alarme várias vezes.

Ele reagiu rápido também, pegando o telefone.

– Sem sinal. Estamos presos – constatou calmamente, mas em sua voz havia uma nota de preocupação. – Eu sou Marek, a propósito.

– Ola – me apresentei, tentando manter a calma. Eu estava realmente apavorada, mas a presença dele de alguma forma me acalmava. O espaço apertado do elevador de repente pareceu ainda menor. Estávamos perto um do outro, sentindo o calor dos nossos corpos. O ar estava pesado, cheirava à sua colônia – notas amadeiradas com um toque picante.

Tentamos chamar ajuda pelo interfone, mas ninguém respondia. Os minutos passavam, e nós nos sentamos no chão, encostados nas paredes. A conversa fluiu naturalmente. Contei sobre meu trabalho em marketing, ele – que era arquiteto, acabara de terminar um projeto nesse prédio.

– Nunca pensei que uma pane no elevador pudesse ser tão... interessante – brincou, me olhando de forma significativa.

– Eu também nunca – ri nervosamente. Pela primeira vez, senti como a proximidade de um homem estranho despertava em mim um formigamento estranho. Uma hora se passou, e a ajuda ainda não chegava. Começamos um jogo: cada um contava o segredo mais constrangedor da juventude. Rimos, e a tensão diminuiu, substituída por algo mais – a química entre nós crescia.

– Sabe, Ola, você é realmente linda. Esses lábios... – disse baixinho, se inclinando mais perto.

Corei, mas não recuei. Nossos joelhos se tocavam, as mãos se roçavam acidentalmente. Eu estava realmente surpresa com o quão rápido o pânico se transformou em excitação. O elevador era como um casulo, nos isolando do mundo. A segunda hora passava, e eu sentia que era só o começo de algo incrível.

Tensão crescente no espaço apertado: do flerte aos primeiros toques ardentes

As horas passavam devagar, e a temperatura no elevador subia – literal e figurativamente. Marek tirou o paletó, arregaçando as mangas da camisa, revelando antebraços musculosos. Eu desabotoei o botão superior da blusa, sentindo o suor escorrer pelas costas. A conversa foi para tópicos mais pessoais.

– Você tem namorado? – perguntou, olhando nos meus olhos.

– Não, solteira há alguns meses. E você?

– Livre como um pássaro. Mas agora... preso com você. A melhor armadilha da vida – piscou.

Rimos, mas a tensão sexual pairava no ar como uma névoa densa. Pela primeira vez, senti uma química tão forte com alguém que conhecia há apenas uma hora. Nossos olhares se cruzavam cada vez mais, mais longos, mais profundos. Finalmente, nossas mãos se entrelaçaram – por acidente, ou não.

– Você está tensa – disse baixinho, massageando minha mão com o polegar. – Deixe-me ajudar.

Assenti, e ele começou a massagear delicadamente meus ombros. Seu toque era eletrificante, quente, confiante. Fechei os olhos, respirando fundo.

– Marek... isso... – sussurrei.

– Shh, relaxe. Estamos sozinhos aqui.

Suas mãos desceram mais, para minhas costas, depois quadris. Eu estava realmente molhada entre as pernas, sentia a pulsação. Virei-me para ele, nossos lábios a centímetros um do outro.

– Quero te beijar, Ola – confessou com a voz rouca.

– Faça isso – respondi sem hesitar.

Nosso primeiro beijo foi como uma explosão. Profundo, apaixonado, com a língua se entrelaçando à minha. Ele me empurrou levemente contra a parede do elevador, seu corpo colado ao meu. Sentia seu pau duro através da calça, roçando em minha coxa. Minhas mãos vagavam por seu torso, desabotoando a camisa.

– Você é tão sexy – murmurava entre os beijos, chupando meu pescoço.

Tiramos as roupas às pressas. Minha saia subiu, a calcinha desceu aos tornozelos. Ele ficou com o membro pulsante à mostra, grosso e longo. Me ajoelhei diante dele, olhando para cima com desejo.

– Quer? – perguntou.

– Muito – disse, levando-o à boca. Chupei devagar, lambendo as bolas, sentindo seus gemidos. A terceira hora passava, e estávamos em outro mundo. Ele me ergueu, sentando-me em seus quadris, penetrando-me com uma estocada. Me fodeu forte, segurando minhas nádegas. Gritei de prazer, as unhas cravadas em suas costas.

– Você é apertada... tão molhada por mim – rosnava.

Era louco, mas consensual, nós dois queríamos isso.

Clímax do prazer e final satisfatório após várias horas no elevador

O elevador ainda estava parado, mas nós não conseguíamos parar. Depois da posição em pé, Marek me deitou no chão, entrando na minha buceta por trás. Eu estava de quatro, e ele me tomava forte, dando tapas nas nádegas.

– Gosta de forte? – perguntou, puxando meu cabelo.

– Sim, me fode mais forte! – gemi.

Seus movimentos eram rítmicos, profundos, acertando o ponto G. Sentia o orgasmo vindo em ondas. Pela primeira vez na vida gozei tão intensamente em um lugar tão incomum. Gritei, tremendo, e ele não diminuía o ritmo.

– Ola, você é incrível... vou gozar! – avisou.

– Dentro, quero sentir – implorei.

Ele me encheu com seu sêmen quente, pulsando dentro de mim. Caímos exaustos, ofegantes. Ele me abraçou forte, beijando minha testa.

– Essa foi a melhor pane ever – riu.

– Concordo. Nunca vou esquecer.

Depois de alguns minutos, ouvimos passos e vozes dos resgatistas. O elevador se moveu, as portas se abriram no térreo. Nos vestimos rápido, corando. Trocaramos números de telefone.

– Você vai ligar? – perguntei.

– Prometo. Isso não acabou – piscou.

Saímos para fora, o ar fresco nos atingiu. Eu estava realmente feliz – essa pane transformou uma noite chata em uma aventura erótica da vida. Nos encontramos depois mais algumas vezes, mas aquela primeira noite no elevador permaneceu a mais intensa. Às vezes, lembro do formigamento, do cheiro da sua pele e do sabor do prazer na caixa apertada.

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