Salvador na piscina: nadadora solitária após o horário me tenta à loucura
Rotina diária e primeiros olhares da nadadora solitária na piscina vazia
Trabalhava como salva-vidas na piscina municipal há dois anos. Diariamente observava dezenas de corpos girando na água – coxas bronzeadas, cabelos molhados colados às costas, barrigas tensas emergindo à superfície. Mas nunca me permitia mais do que olhares discretos. Eu era profissional, um cara de vinte e cinco anos com corpo atlético, tatuagem de tubarão no braço e shorts vermelhos de salva-vidas que destacavam minhas pernas musculosas. Realmente me orgulhava desse trabalho, embora à noite, após o fechamento, fantasiava sobre o que poderia acontecer.
Naquela noite, a piscina estava quase vazia. O relógio marcava vinte horas, e eu estava sentado na cadeira alta, observando os últimos visitantes. Na água, nadava ela – uma morena alta de silhueta esguia, com pernas longas e seios fartos que ondulavam sob o maiô de peça única preto. Tinha pelo menos vinte e dois anos, talvez mais; seus movimentos eram confiantes, profissionais, como se treinasse há anos. Nadava crawl, cortando a água com graça de sereia. Pela primeira vez senti um formigamento na virilha, quando ela saiu da piscina após cem metros e olhou diretamente para mim. Seus olhos verdes brilhavam, os lábios úmidos d'água.
– Ainda aberto por quanto tempo? – gritou, apoiando-se na borda.
– Mais meia hora, mas pode continuar nadando – respondi, tentando soar indiferente.
Ela sorriu maliciosamente e mergulhou novamente. Os outros visitantes saíam, arrastando chinelos pelo piso molhado. Desci da cadeira para verificar o almoxarifado, mas não conseguia tirar os olhos dela. Realmente fiquei surpreso com o jeito que seus quadris balançavam na água, como o tecido do maiô se grudava em suas curvas íntimas. Logo a piscina esvaziou completamente. Ficou só ela, nadando cada vez mais devagar, como se prolongasse o tempo de propósito.
Aproximei-me, fingindo uma inspeção rotineira.
– Fechamos em dez minutos. Tudo bem?
Ela saiu da água devagar, a água escorrendo pelo corpo em riachos. Era mais alta do que eu pensava – um metro e setenta e cinco, com cabelos molhados caindo nos ombros. Sua pele brilhava, os mamilos endurecidos sob o tecido fino pelo frio.
– Tudo ótimo. Meu nome é Ola. E o seu?
– Kuba. Salva-vidas Kuba – ri nervoso.
– Prazer em conhecê-lo, salva-vidas. Gosto de nadar quando não tem lotação. Me sinto tão... livre.
Sua voz era grave, sensual. Estava tão perto que sentia o cheiro de cloro misturado com seu perfume. A tensão pairava no ar, densa como névoa sobre a piscina. Ofereci uma toalha, mas ela recusou, secando-se com a mão no decote. Realmente pela primeira vez no trabalho senti que estava perdendo o controle. O relógio ticava, mas ela não se apressava para o vestiário. Em vez disso, sentou-se na borda, balançando as pernas na água.
– Me conte sobre você, Kuba. O que faz após o horário?
– Principalmente durmo. E você? Treina para competições?
– Não, só gosto da sensação da água na pele. É tão... íntima.
Conversamos por um quarto de hora, e eu não conseguia tirar os olhos do corpo dela. Era solteira, trabalhava em escritório, mas a piscina era sua fuga. Realmente fiquei fascinado com sua autoconfiança. Finalmente tive que fechar o portão, mas ela pediu mais alguns minutos. Concordei, sentindo o coração bater mais rápido. Era o começo de algo que mudaria minha noite.
Naquela noite, a piscina estava quase vazia. O relógio marcava vinte horas, e eu estava sentado na cadeira alta, observando os últimos visitantes. Na água, nadava ela – uma morena alta de silhueta esguia, com pernas longas e seios fartos que ondulavam sob o maiô de peça única preto. Tinha pelo menos vinte e dois anos, talvez mais; seus movimentos eram confiantes, profissionais, como se treinasse há anos. Nadava crawl, cortando a água com graça de sereia. Pela primeira vez senti um formigamento na virilha, quando ela saiu da piscina após cem metros e olhou diretamente para mim. Seus olhos verdes brilhavam, os lábios úmidos d'água.
– Ainda aberto por quanto tempo? – gritou, apoiando-se na borda.
– Mais meia hora, mas pode continuar nadando – respondi, tentando soar indiferente.
Ela sorriu maliciosamente e mergulhou novamente. Os outros visitantes saíam, arrastando chinelos pelo piso molhado. Desci da cadeira para verificar o almoxarifado, mas não conseguia tirar os olhos dela. Realmente fiquei surpreso com o jeito que seus quadris balançavam na água, como o tecido do maiô se grudava em suas curvas íntimas. Logo a piscina esvaziou completamente. Ficou só ela, nadando cada vez mais devagar, como se prolongasse o tempo de propósito.
Aproximei-me, fingindo uma inspeção rotineira.
– Fechamos em dez minutos. Tudo bem?
Ela saiu da água devagar, a água escorrendo pelo corpo em riachos. Era mais alta do que eu pensava – um metro e setenta e cinco, com cabelos molhados caindo nos ombros. Sua pele brilhava, os mamilos endurecidos sob o tecido fino pelo frio.
– Tudo ótimo. Meu nome é Ola. E o seu?
– Kuba. Salva-vidas Kuba – ri nervoso.
– Prazer em conhecê-lo, salva-vidas. Gosto de nadar quando não tem lotação. Me sinto tão... livre.
Sua voz era grave, sensual. Estava tão perto que sentia o cheiro de cloro misturado com seu perfume. A tensão pairava no ar, densa como névoa sobre a piscina. Ofereci uma toalha, mas ela recusou, secando-se com a mão no decote. Realmente pela primeira vez no trabalho senti que estava perdendo o controle. O relógio ticava, mas ela não se apressava para o vestiário. Em vez disso, sentou-se na borda, balançando as pernas na água.
– Me conte sobre você, Kuba. O que faz após o horário?
– Principalmente durmo. E você? Treina para competições?
– Não, só gosto da sensação da água na pele. É tão... íntima.
Conversamos por um quarto de hora, e eu não conseguia tirar os olhos do corpo dela. Era solteira, trabalhava em escritório, mas a piscina era sua fuga. Realmente fiquei fascinado com sua autoconfiança. Finalmente tive que fechar o portão, mas ela pediu mais alguns minutos. Concordei, sentindo o coração bater mais rápido. Era o começo de algo que mudaria minha noite.
Conversa à beira da piscina vira flerte e toque após o fechamento do local
Fechei o portão principal, mas não apaguei as luzes. Ola ainda estava sentada na borda da piscina, suas pernas chapinhando preguiçosamente na água. Realmente eu estava excitado – o coração martelava como um martelo, e os shorts ficavam apertados. Estávamos sozinhos, só o eco de nossas vozes ricocheteando nos azulejos. Aproximei-me, sentando ao lado dela.
– Sabe que não devia te deixar aqui após o horário? – disse brincando.
– E mesmo assim faz isso. Porque gosta de mim? – piscou, passando a mão pela coxa.
Fiquei em silêncio por um momento, olhando para seus lábios fartos. Ela era ousada, confiante, não como aquelas garotas tímidas da academia. Contou-me sobre sua vida – divórcio há seis meses, saudade de proximidade. Eu admiti que a solidão nesse trabalho é pesada.
– Me mostra como salva afogados – brincou de repente, fingindo afundar.
Segurei-a pelos ombros, puxando para mim. Nossos corpos se tocaram – seus seios molhados roçando meu peito. Pela primeira vez senti seu calor através do tecido. Ela riu, mas não me empurrou.
– Treina respiração boca a boca?
– Isso não é brincadeira – murmurei, mas já beijava seu pescoço.
Sua pele tinha gosto de cloro e sal. Ola suspirou, envolvendo-me com as pernas. Deslizamos para a água – quente, envolvendo como um cobertor. Minhas mãos passeavam por suas costas, abrindo o zíper do maiô. O tecido escorregou, revelando seios perfeitos com mamilos rosados. Chupei-os vorazmente, e ela gemia baixinho.
– Kuba... sim, mais forte...
Nadava nua ao meu redor, sua mão foi até meus shorts. Tirou meu pau duro, acariciando-o debaixo d'água. Eu era enorme, pulsante. Realmente pela primeira vez na vida transava na piscina – era como um sonho. Enfiei os dedos em sua buceta, molhada não só d'água. Estava apertada, úmida, pronta.
– Entra em mim – sussurrou, envolvendo-me na água.
Levantei-a, encostando na parede da piscina. Entrei devagar, sentindo suas paredes me apertarem forte. Movemo-nos ritmicamente, a água chapinhava ao redor. Suas unhas cravavam em minhas costas, os lábios mordiam minha orelha.
– Você é tão grande... me fode mais rápido!
Acelerei, metendo forte nela. O orgasmo vinha como uma onda – ela gritou, tremendo em meus braços. Eu gozei logo depois, enchendo-a com meu sêmen quente. Emergimos à superfície, ofegantes. Mas não era o fim – Ola queria mais.
– Sabe que não devia te deixar aqui após o horário? – disse brincando.
– E mesmo assim faz isso. Porque gosta de mim? – piscou, passando a mão pela coxa.
Fiquei em silêncio por um momento, olhando para seus lábios fartos. Ela era ousada, confiante, não como aquelas garotas tímidas da academia. Contou-me sobre sua vida – divórcio há seis meses, saudade de proximidade. Eu admiti que a solidão nesse trabalho é pesada.
– Me mostra como salva afogados – brincou de repente, fingindo afundar.
Segurei-a pelos ombros, puxando para mim. Nossos corpos se tocaram – seus seios molhados roçando meu peito. Pela primeira vez senti seu calor através do tecido. Ela riu, mas não me empurrou.
– Treina respiração boca a boca?
– Isso não é brincadeira – murmurei, mas já beijava seu pescoço.
Sua pele tinha gosto de cloro e sal. Ola suspirou, envolvendo-me com as pernas. Deslizamos para a água – quente, envolvendo como um cobertor. Minhas mãos passeavam por suas costas, abrindo o zíper do maiô. O tecido escorregou, revelando seios perfeitos com mamilos rosados. Chupei-os vorazmente, e ela gemia baixinho.
– Kuba... sim, mais forte...
Nadava nua ao meu redor, sua mão foi até meus shorts. Tirou meu pau duro, acariciando-o debaixo d'água. Eu era enorme, pulsante. Realmente pela primeira vez na vida transava na piscina – era como um sonho. Enfiei os dedos em sua buceta, molhada não só d'água. Estava apertada, úmida, pronta.
– Entra em mim – sussurrou, envolvendo-me na água.
Levantei-a, encostando na parede da piscina. Entrei devagar, sentindo suas paredes me apertarem forte. Movemo-nos ritmicamente, a água chapinhava ao redor. Suas unhas cravavam em minhas costas, os lábios mordiam minha orelha.
– Você é tão grande... me fode mais rápido!
Acelerei, metendo forte nela. O orgasmo vinha como uma onda – ela gritou, tremendo em meus braços. Eu gozei logo depois, enchendo-a com meu sêmen quente. Emergimos à superfície, ofegantes. Mas não era o fim – Ola queria mais.
Clímax da paixão no vestiário: da piscina ao orgasmo no banco do salva-vidas
Saímos da água, pingando. Ola nua, com cabelos soltos, parecia uma deusa. Levei-a ao vestiário dos salva-vidas – um quartinho com bancos, armários e chuveiros. Realmente eu estava atordoado com seu apetite; não esperava que essa nadadora elegante se revelasse uma puta assim. Tranquei a porta.
– Agora sem pressa – murmurei, deitando-a no banco.
Ela abriu as pernas bem arreganhadas, expondo sua buceta depilada, ainda suada do nosso número na água. Me ajoelhei, lambendo-a devagar – tinha gosto salgado, o tesão escorria pelas coxas. Seus quadris se ergueram, mãos em meus cabelos.
– Com a língua... sim, chupa o clitóris!
Chupei forte, enfiando dois dedos. Ola se contorcia, gemendo alto. Depois ela se levantou, me empurrou no banco e se ajoelhou. Seus lábios envolveram meu pau – fundo, sem resistência. Garganta profunda – realmente nunca tive melhor. Chupava, lambendo as bolas, olhando nos meus olhos com sorriso lascivo.
– Você tem um gosto divino, salva-vidas.
Levantei-me, colocando-a de quatro. Meteu por trás, socando forte em sua bunda. Com a mão fustiguei suas nádegas – marcas vermelhas na pele clara. Ela era barulhenta, pedia mais.
– Mais forte, Kuba! Me fode como uma cadela!
Mudava de posições – de pé no chuveiro, água escorrendo por nós; no chão, ela por cima, cavalgando como uma cowgirl. Seus peitos quicavam, a buceta apertava ritmicamente. Gozamos juntos pela segunda vez – eu na boca dela, ela tremendo de orgasmo.
– Foi a melhor noite – sussurrou, aninhando-se em mim.
Vestimo-nos devagar, trocando números. Saí com ela pela porta lateral, sentindo satisfação. Pela primeira vez no trabalho realizei minhas fantasias, e sabia que não era nossa última aventura. Ola se tornou minha musa – voltava toda semana, e a piscina virou nosso paraíso particular.
– Agora sem pressa – murmurei, deitando-a no banco.
Ela abriu as pernas bem arreganhadas, expondo sua buceta depilada, ainda suada do nosso número na água. Me ajoelhei, lambendo-a devagar – tinha gosto salgado, o tesão escorria pelas coxas. Seus quadris se ergueram, mãos em meus cabelos.
– Com a língua... sim, chupa o clitóris!
Chupei forte, enfiando dois dedos. Ola se contorcia, gemendo alto. Depois ela se levantou, me empurrou no banco e se ajoelhou. Seus lábios envolveram meu pau – fundo, sem resistência. Garganta profunda – realmente nunca tive melhor. Chupava, lambendo as bolas, olhando nos meus olhos com sorriso lascivo.
– Você tem um gosto divino, salva-vidas.
Levantei-me, colocando-a de quatro. Meteu por trás, socando forte em sua bunda. Com a mão fustiguei suas nádegas – marcas vermelhas na pele clara. Ela era barulhenta, pedia mais.
– Mais forte, Kuba! Me fode como uma cadela!
Mudava de posições – de pé no chuveiro, água escorrendo por nós; no chão, ela por cima, cavalgando como uma cowgirl. Seus peitos quicavam, a buceta apertava ritmicamente. Gozamos juntos pela segunda vez – eu na boca dela, ela tremendo de orgasmo.
– Foi a melhor noite – sussurrou, aninhando-se em mim.
Vestimo-nos devagar, trocando números. Saí com ela pela porta lateral, sentindo satisfação. Pela primeira vez no trabalho realizei minhas fantasias, e sabia que não era nossa última aventura. Ola se tornou minha musa – voltava toda semana, e a piscina virou nosso paraíso particular.
