Viagem compartilhada no BlaBlaCar: Ficamos só nós dois e a tensão explodiu em paixão
Desembarque do resto e início da viagem solitária com o motorista desconhecido
Eu estava cansada depois de um dia inteiro de trabalho quando entrei nesse BlaBlaCar de Cracóvia para Varsóvia. Eu tinha vinte e cinco anos, tinha acabado de terminar a faculdade e estava procurando economizar para viver na grande cidade. O motorista, um moreno alto chamado Kuba, parecia ter cerca de trinta anos – confiante, com uma barba leve e um sorriso que imediatamente chamou minha atenção. No carro éramos cinco: duas senhoras idosas, um cara com violão e nós. As conversas eram leves, principalmente sobre o tempo e o trânsito.
Depois de uma hora, chegamos à primeira parada. As senhoras idosas desceram, acenando despedida. O cara com o violão também pulou fora, agradecendo a Kuba pelo carona. De repente, ficamos só nós dois. O carro seguiu pela noite, e eu senti um arrepio estranho. Realmente fiquei surpresa com o quão rápido a atmosfera mudou. O silêncio era denso, interrompido apenas pelo som dos pneus e da música baixa no rádio.
– Agora temos toda a estrada só para nós – disse Kuba, olhando para mim no retrovisor. Sua voz era grave, quente, como se modulada de propósito para soar sedutora.
– É, realmente. Um pouco estranho sem essa galera – respondi, tentando soar despojada, mas meu coração batia forte.
Ele começou a perguntar sobre mim: o que eu estudava, onde trabalhava. Contei sobre meu trabalho chato no escritório, sobre meus sonhos de viagens. Ele era programador, freelancer, dirigia BlaBlaCar por diversão e para economizar combustível. Ria das minhas piadas, e eu me senti notada pela primeira vez em muito tempo. A conversa foi para tópicos mais pessoais. Ele admitiu que gostava desses encontros espontâneos com pessoas.
– E você? Tem alguém? – perguntou finalmente, enquanto passávamos por campos escuros.
– Não, terminei faz pouco tempo. Preciso de aventuras – ri nervosamente.
Sua mão no volante apertou mais forte. Notei como ele olhava para minhas pernas na saia curta. Pela primeira vez senti aquele formigamento no baixo ventre, como se o ar entre nós estivesse carregado de eletricidade. Paramos em um posto de gasolina. Desci para esticar as pernas, e ele abasteceu. Quando voltei, ele ofereceu café.
– Pego um pra você? – piscou.
Sentamos em um banco, bebendo o líquido quente. A noite estava quente, as estrelas brilhavam forte. Ele contava sobre suas viagens, sobre uma garota com quem viajou uma vez e terminou com um beijo no estacionamento. Ri, mas na cabeça fervilhavam pensamentos: e se...?
No carro, a tensão crescia. Cruzei as pernas, e seu olhar desceu para lá por um momento a mais. Eu estava realmente excitada, sentia a umidade entre as coxas. A conversa foi para sexo – meio de brincadeira.
– Você gosta de risco? – perguntou provocativamente.
– Às vezes sim – sussurrei, olhando nos olhos dele.
A estrada serpenteava pelas florestas, o carro corria suavemente. Kuba colocou uma música mais lenta, algo sensual. Minha mão tocou seu braço involuntariamente, como por acaso. Ele retribuiu, roçando meu joelho. Foi o momento de virada – a tensão se tornou insuportável. Meu coração batia loucamente, a respiração acelerava. Realmente não esperava que uma viagem comum se transformasse em algo tão quente.
Depois de uma hora, chegamos à primeira parada. As senhoras idosas desceram, acenando despedida. O cara com o violão também pulou fora, agradecendo a Kuba pelo carona. De repente, ficamos só nós dois. O carro seguiu pela noite, e eu senti um arrepio estranho. Realmente fiquei surpresa com o quão rápido a atmosfera mudou. O silêncio era denso, interrompido apenas pelo som dos pneus e da música baixa no rádio.
– Agora temos toda a estrada só para nós – disse Kuba, olhando para mim no retrovisor. Sua voz era grave, quente, como se modulada de propósito para soar sedutora.
– É, realmente. Um pouco estranho sem essa galera – respondi, tentando soar despojada, mas meu coração batia forte.
Ele começou a perguntar sobre mim: o que eu estudava, onde trabalhava. Contei sobre meu trabalho chato no escritório, sobre meus sonhos de viagens. Ele era programador, freelancer, dirigia BlaBlaCar por diversão e para economizar combustível. Ria das minhas piadas, e eu me senti notada pela primeira vez em muito tempo. A conversa foi para tópicos mais pessoais. Ele admitiu que gostava desses encontros espontâneos com pessoas.
– E você? Tem alguém? – perguntou finalmente, enquanto passávamos por campos escuros.
– Não, terminei faz pouco tempo. Preciso de aventuras – ri nervosamente.
Sua mão no volante apertou mais forte. Notei como ele olhava para minhas pernas na saia curta. Pela primeira vez senti aquele formigamento no baixo ventre, como se o ar entre nós estivesse carregado de eletricidade. Paramos em um posto de gasolina. Desci para esticar as pernas, e ele abasteceu. Quando voltei, ele ofereceu café.
– Pego um pra você? – piscou.
Sentamos em um banco, bebendo o líquido quente. A noite estava quente, as estrelas brilhavam forte. Ele contava sobre suas viagens, sobre uma garota com quem viajou uma vez e terminou com um beijo no estacionamento. Ri, mas na cabeça fervilhavam pensamentos: e se...?
No carro, a tensão crescia. Cruzei as pernas, e seu olhar desceu para lá por um momento a mais. Eu estava realmente excitada, sentia a umidade entre as coxas. A conversa foi para sexo – meio de brincadeira.
– Você gosta de risco? – perguntou provocativamente.
– Às vezes sim – sussurrei, olhando nos olhos dele.
A estrada serpenteava pelas florestas, o carro corria suavemente. Kuba colocou uma música mais lenta, algo sensual. Minha mão tocou seu braço involuntariamente, como por acaso. Ele retribuiu, roçando meu joelho. Foi o momento de virada – a tensão se tornou insuportável. Meu coração batia loucamente, a respiração acelerava. Realmente não esperava que uma viagem comum se transformasse em algo tão quente.
A tensão aumenta durante a viagem: Flerte, toque e a primeira explosão de paixão
Depois da parada, voltamos ao carro, mas nada era mais o mesmo. Kuba dirigia mais devagar, como se estivesse prolongando de propósito nossa viagem. Eu me sentei mais perto, encostada no apoio de braço, sentindo o cheiro de sua colônia – uma mistura de sândalo e masculinidade. Eu estava realmente molhada, a saia grudava nas coxas, e os mamilos endureceram sob a blusa.
– Sabe, você é realmente atraente – disse baixinho, colocando a mão na minha perna logo acima do joelho.
– Você também não é nada mau – respondi provocativamente, sem recuar a perna.
Seus dedos subiram mais, massageando delicadamente a coxa. Ele parou o carro no acostamento, em uma floresta escura onde ninguém podia nos ver. Desligou o motor, e o silêncio nos envolveu como um cobertor.
– Quer que eu pare? – perguntou, olhando fundo nos meus olhos.
– Não... pelo contrário – sussurrei, puxando-o para mim.
Nossos lábios se encontraram em um beijo apaixonado. Seus lábios eram macios, mas o beijo faminto, a língua invadiu minha boca, explorando cada centímetro. As mãos foram para baixo da minha blusa, acariciando a barriga, depois os seios. Tirei o sutiã, expondo os mamilos, que ele imediatamente tomou na boca. Pela primeira vez senti uma onda tão forte de prazer – gemi alto, cravando as unhas em suas costas.
– Você é tão sensível... – murmurou, chupando mais forte.
Desabotoei sua calça, tirando o pau duro, pulsando na minha mão. Era grosso, veiudo, perfeito. Acariciei devagar, vendo seus quadris tremerem. Kuba deslizou a mão entre minhas pernas, os dedos entraram por baixo da calcinha, acertando o clitóris.
– Caralho, que molhada você está... – ofegou.
– Por você – gemi, abrindo as coxas.
Ele me massageava com habilidade, dois dedos entraram dentro, girando vibrando. Me contorcia no banco, o assento reclinado ao máximo. Era como uma tortura de prazer, acumulava a tensão até explodir em um orgasmo, gritando seu nome.
Não o deixei descansar. Me inclinei, tomando o pau na boca. Chupei vorazmente, a língua na glande, engolindo fundo. Kuba gemia, segurando meu cabelo.
– Meu Deus, você é genial...
Ele erguia os quadris, fodendo minha boca. Tinha um gosto salgado, masculino. Depois de um tempo, me afastou, sem querer gozar.
– Quero você dentro de mim – supliquei.
Ele foi para o banco de trás, me puxando junto. Tiramos a roupa às pressas. Me sentei nele a cavalo, me empalando no pau dele devagar. Cheia, esticada – aquela sensação era divina. Movimentava os quadris, ele empurrava para cima, forte, fundo.
– Mais forte... mais rápido! – gritou.
Fodemos como animais, o carro balançava ritmicamente. O suor escorria pelos nossos corpos, os gemidos preenchiam o espaço. Mudei de posição, de quatro, e ele me pegava por trás, dando tapas na bunda. O segundo orgasmo veio em onda, apertando-o dentro de mim.
– Estou gozando... – gemeu, me enchendo com seu sêmen quente.
Caímos ofegantes, nos abraçando. Realmente foi o melhor que me aconteceu na vida.
– Sabe, você é realmente atraente – disse baixinho, colocando a mão na minha perna logo acima do joelho.
– Você também não é nada mau – respondi provocativamente, sem recuar a perna.
Seus dedos subiram mais, massageando delicadamente a coxa. Ele parou o carro no acostamento, em uma floresta escura onde ninguém podia nos ver. Desligou o motor, e o silêncio nos envolveu como um cobertor.
– Quer que eu pare? – perguntou, olhando fundo nos meus olhos.
– Não... pelo contrário – sussurrei, puxando-o para mim.
Nossos lábios se encontraram em um beijo apaixonado. Seus lábios eram macios, mas o beijo faminto, a língua invadiu minha boca, explorando cada centímetro. As mãos foram para baixo da minha blusa, acariciando a barriga, depois os seios. Tirei o sutiã, expondo os mamilos, que ele imediatamente tomou na boca. Pela primeira vez senti uma onda tão forte de prazer – gemi alto, cravando as unhas em suas costas.
– Você é tão sensível... – murmurou, chupando mais forte.
Desabotoei sua calça, tirando o pau duro, pulsando na minha mão. Era grosso, veiudo, perfeito. Acariciei devagar, vendo seus quadris tremerem. Kuba deslizou a mão entre minhas pernas, os dedos entraram por baixo da calcinha, acertando o clitóris.
– Caralho, que molhada você está... – ofegou.
– Por você – gemi, abrindo as coxas.
Ele me massageava com habilidade, dois dedos entraram dentro, girando vibrando. Me contorcia no banco, o assento reclinado ao máximo. Era como uma tortura de prazer, acumulava a tensão até explodir em um orgasmo, gritando seu nome.
Não o deixei descansar. Me inclinei, tomando o pau na boca. Chupei vorazmente, a língua na glande, engolindo fundo. Kuba gemia, segurando meu cabelo.
– Meu Deus, você é genial...
Ele erguia os quadris, fodendo minha boca. Tinha um gosto salgado, masculino. Depois de um tempo, me afastou, sem querer gozar.
– Quero você dentro de mim – supliquei.
Ele foi para o banco de trás, me puxando junto. Tiramos a roupa às pressas. Me sentei nele a cavalo, me empalando no pau dele devagar. Cheia, esticada – aquela sensação era divina. Movimentava os quadris, ele empurrava para cima, forte, fundo.
– Mais forte... mais rápido! – gritou.
Fodemos como animais, o carro balançava ritmicamente. O suor escorria pelos nossos corpos, os gemidos preenchiam o espaço. Mudei de posição, de quatro, e ele me pegava por trás, dando tapas na bunda. O segundo orgasmo veio em onda, apertando-o dentro de mim.
– Estou gozando... – gemeu, me enchendo com seu sêmen quente.
Caímos ofegantes, nos abraçando. Realmente foi o melhor que me aconteceu na vida.
Clímax no estacionamento e despedida com promessa de repetir essa aventura erótica
Depois do nosso primeiro frenesi, seguimos em frente, mas a tensão não diminuiu. Kuba dirigia com uma mão, a outra entre minhas pernas, provocando delicadamente. Eu acariciava sua virilha por cima da calça, sentindo-o endurecer de novo. Chegamos ao último estacionamento antes de Varsóvia – vazio àquela hora.
– Vamos parar aqui um pouco – sugeriu com a voz rouca.
Saímos, o ar da noite refrescava os corpos quentes. Me apoiei na frente do carro, saia levantada. Kuba ficou atrás de mim, enfiando o pau sem cerimônia. Me fodia forte, por trás, mãos nos seios, mordendo a nuca.
– Gosta ao ar livre? – ofegava.
– Sim... o risco me excita – gemi, empinando a bunda.
Estrelas acima de nós, som de carros na autoestrada ao longe – isso adicionava tempero. Ele mudou de posição, levantando minha perna no para-choque. Enfiava fundo, acertando o ponto G. O terceiro orgasmo foi o mais forte, as pernas tremiam, gritava sem parar.
– Você é incrível... – murmurava, acelerando.
Ele saiu, me virou de frente para ele. Me ajoelhei na grama, chupando vorazmente. Engolia tudo, engasgando levemente, mas sem parar. Ele olhou para baixo, os olhos em chamas.
– Engole...
Explodiu na minha boca, jatos quentes descendo pela garganta. Engoli vorazmente, lambendo os restos. Nos levantamos, nos beijando com gosto salgado.
– Foi a melhor viagem da minha vida – disse, me abraçando.
– A minha também. Quem sabe a gente repete? – sussurrei, dando meu número.
Chegamos a Varsóvia de manhã cedo. Desci com as pernas moles como gelatina, mas sorrindo. Realmente mudou minha visão de vida – espontaneidade, risco, paixão. Kuba acenou despedida, e eu sabia que não era o fim. Aquela noite no BlaBlaCar se tornou minha história favorita para contar às amigas.
– Vamos parar aqui um pouco – sugeriu com a voz rouca.
Saímos, o ar da noite refrescava os corpos quentes. Me apoiei na frente do carro, saia levantada. Kuba ficou atrás de mim, enfiando o pau sem cerimônia. Me fodia forte, por trás, mãos nos seios, mordendo a nuca.
– Gosta ao ar livre? – ofegava.
– Sim... o risco me excita – gemi, empinando a bunda.
Estrelas acima de nós, som de carros na autoestrada ao longe – isso adicionava tempero. Ele mudou de posição, levantando minha perna no para-choque. Enfiava fundo, acertando o ponto G. O terceiro orgasmo foi o mais forte, as pernas tremiam, gritava sem parar.
– Você é incrível... – murmurava, acelerando.
Ele saiu, me virou de frente para ele. Me ajoelhei na grama, chupando vorazmente. Engolia tudo, engasgando levemente, mas sem parar. Ele olhou para baixo, os olhos em chamas.
– Engole...
Explodiu na minha boca, jatos quentes descendo pela garganta. Engoli vorazmente, lambendo os restos. Nos levantamos, nos beijando com gosto salgado.
– Foi a melhor viagem da minha vida – disse, me abraçando.
– A minha também. Quem sabe a gente repete? – sussurrei, dando meu número.
Chegamos a Varsóvia de manhã cedo. Desci com as pernas moles como gelatina, mas sorrindo. Realmente mudou minha visão de vida – espontaneidade, risco, paixão. Kuba acenou despedida, e eu sabia que não era o fim. Aquela noite no BlaBlaCar se tornou minha história favorita para contar às amigas.
