Eu era muito, muito tímida – dei aulas particulares para um colega da universidade e descobri minha paixão

Eu era muito, muito tímida – dei aulas particulares para um colega da universidade e descobri minha paixão

Primeiras aulas particulares – timidez encontra a autoconfiança de Kuba no meu quarto

Eu era muito, muito tímida de verdade. No segundo ano da universidade, evitava festas, sempre sentava na última carteira, e quando algum garoto olhava para mim, ficava vermelha como um tomate e desviava o olhar. Tinha vinte anos, mas me sentia como uma adolescente que nunca beijou um garoto. Estudava matemática na politecnia, e meus colegas de turma me conheciam apenas como a quieta Ania, que sempre tinha anotações perfeitas. Mas certo dia Kuba – alto, bonito moreno do grupo, que mal passava nos exames – me pediu ajuda.

- Ania, por favor, você me dá aulas particulares? – disse com aquele sorriso provocador dele, que fazia meu coração disparar. – Você é a melhor em mate, e eu estou afundando.

Não soube recusar. Concordei em nos encontrarmos no meu quartinho no dormitório. Foi a noite em que tudo começou. Me vesti de forma modesta: blusa comum, jeans, cabelo preso em rabo de cavalo. Quando ele bateu na porta, abri com mãos trêmulas. Kuba entrou com a mochila cheia de livros, cheirando a gel de banho fresco. O quarto era apertado: cama, escrivaninha, prateleira com livros didáticos. Ele sentou ao meu lado na escrivaninha, tão perto que sentia o calor do corpo dele.

Começamos com derivadas. Eu explicava passo a passo, mas ele ficava brincando o tempo todo.

- Ania, você tem talento para essas fórmulas. E para garotos? – piscou o olho.

- Para, concentra – sussurrei, sentindo calor nas bochechas. Mas pela primeira vez senti borboletas no estômago. O joelho dele roçou no meu, e eu não me afastei. A hora passava, e a tensão crescia. Ele me olhava intensamente, como se me visse pela primeira vez. Mostrava exemplos, mas meus pensamentos vagavam. Imaginava ele tocando minha mão, me puxando para mais perto.

- Sabe, você é bonita quando se concentra – disse baixinho, colocando a mão no meu pulso.

Fiquei paralisada. Foi o momento chave. Meu coração batia loucamente. Não retirei a mão. Em vez disso, olhei nos olhos dele – verdes, cheios de desejo. A aula terminou depois de duas horas, mas ele não queria sair.

- Talvez a gente repita amanhã? – perguntou, se levantando devagar.

- Tudo bem – acenei com a cabeça, e quando ele saiu, caí na cama. Pela primeira vez um garoto me tocou, mesmo que de forma inocente, e eu já sonhava com mais. Naquela noite não dormi, pensando no cheiro dele, em como ele estava perto. Estava molhada entre as pernas, o que nunca me aconteceu só com um toque. No dia seguinte o esperava com o coração acelerado. Eu era tímida de verdade, mas algo em mim estava se rompendo.

O próximo encontro foi ainda mais intenso. Ele chegou mais cedo, com pizza.

- Para você não passar fome com essas fórmulas – brincou.

Comemos na cama, rindo. Ele contava sobre si: joga basquete, festas, namoradas. Eu ouvia com ciúmes. Depois voltamos para a mate, mas dessa vez ele sentou ainda mais perto. O braço dele roçava no meu, e eu sentia arrepios elétricos. Quando explicava integrais, ele se inclinou sobre mim.

- Ania, você cheira maravilhosamente – sussurrou no meu ouvido.

- Kuba... – gemi baixinho, sem saber o que dizer.

Ele não se afastou. Em vez disso, virou meu rosto para ele e me beijou delicadamente. Foi meu primeiro beijo – macio, quente, cheio de promessas. Retribuí timidamente, e o mundo girava ao nosso redor. Nos separamos ofegantes.

- Desculpa, não consegui me conter – disse ele.

- Não pede desculpa... – sussurrei, vermelha como um pimentão.

Naquela noite a aula terminou em beijos, mas não fomos além. Ele foi para casa, e eu deitei na cama, tocando os lábios, sonhando com o amanhã. Minha timidez derretia a cada dia.

A tensão cresce – da matemática ao primeiro toque íntimo durante a terceira aula particular

Depois daquele primeiro beijo não conseguia pensar em mais nada. Eu era muito tímida de verdade, mas Kuba despertava em mim algo novo – uma curiosidade selvagem. Todos os dias nos encontrávamos no meu quarto, supostamente para aulas, mas a matemática ficava em segundo plano. Ele tinha vinte e um anos, era confiante, com aquele sorriso que desarmava todas as minhas barreiras. Eu, moreninha miúda de olhos tímidos, nunca imaginei que um garoto como ele se interessaria por mim.

No terceiro dia ele chegou com vinho.

- Para relaxar depois das integrais – disse, abrindo a garrafa.

Bebemos em copos, rindo de piadas bobas. Sentava na cama, ele ao lado, nossas coxas se tocando. Explicava equações, mas minhas mãos tremiam.

- Ania, você está tensa. Relaxa – sussurrou, massageando meus ombros.

As mãos dele eram quentes, fortes. Pela primeira vez senti um toque masculino na pele. Fechei os olhos, respirando fundo. Desceu mais, pelas costas, e eu não protestei. A tensão pairava no ar como uma névoa densa.

- Você gosta? – perguntou com voz rouca.

- Sim... muito – admiti, corando.

Me beijou de novo, dessa vez mais fundo, com a língua explorando minha boca. Retribuí, abraçando-o. As mãos dele foram para baixo da blusa, tocando minha barriga. A pele pegou fogo. Tirou minha blusa devagar, admirando o sutiã – simples, branco.

- Você é linda – murmurou, beijando meu pescoço.

Estava semiblusa, tremendo de excitação. Foi minha primeira vez sendo despida por um garoto. Tocou meus seios por cima da renda, e eu gemi alto. Os mamilos endureceram sob os dedos dele. Beijou-os depois com a boca, chupando delicadamente. Sentia umidade entre as pernas, calcinha molhada.

- Kuba, eu... nunca fiz isso – confessei timidamente.

- Eu sei, amor. Vou ser delicado – prometeu.

Tirou meu jeans, beijando minhas coxas. Olhava enquanto ele abria minhas pernas. Momento chave – tocou ali com os dedos por cima do tecido. Estava tão molhada.

- Você está pronta – sussurrou, baixando a calcinha.

Acariava o clitóris com movimentos circulares, e eu me contorcia de prazer. Pela primeira vez alguém me tocava intimamente. O orgasmo veio rápido, em ondas, gritei o nome dele. Depois o toquei – duro, grande por baixo da calça. Tirei a calça dele, acariciando incerta.

- Perfeito – gemeu.

Chupei desajeitadamente, mas ele guiava minha cabeça. O gosto era salgado, excitante. Naquela noite não fomos até o fim, mas ele dormiu ao meu lado, me abraçando. Acordei com a ereção matinal dele na minha coxa. Minha timidez desaparecia de verdade, substituída por desejo.

Os dias seguintes foram pura tortura. Nos beijávamos, acariciávamos, mas esperávamos. Eu o ensinava mate nua, ele brincava:

- A melhor motivação para estudar.

Construía coragem para o ato completo.

Clímax da paixão – a tímida Ania se entrega a Kuba durante a última aula particular

Não aguentava mais esperar. Depois de uma semana de carícias minha timidez deu lugar a uma vontade ardente. Kuba se tornou meu mundo – aqueles olhos verdes, braços fortes, toque confiante. Tínhamos que passar no exame, mas eu só pensava no primeiro sexo. Última aula: nos preparávamos para a prova, mas a atmosfera estava carregada.

- Ania, você tem certeza? – perguntou, me deitando na cama.

- Sim, eu te quero – disse com ousadia, pela primeira vez na vida.

Nos beijávamos vorazmente, tirando as roupas. Estava nua diante dele, tremendo, mas excitada. Ele também – pênis grande e duro erguia-se orgulhoso. Beijava todo o corpo: pescoço, seios, barriga, até chegar entre as pernas. Lambeu o clitóris, enfiando a língua fundo. Segundo orgasmo explodiu em mim, minhas pernas tremiam.

- Você tem um gosto delicioso – murmurou.

Agora era minha vez. O levei à boca mais fundo, chupando com paixão. Ele gemia, segurando meu cabelo.

- Ania, divino...

Deitou de costas, e eu montei nele a cavalo. Momento chave de toda a história – devagar desci sobre ele. A dor se misturava ao prazer, mas era suportável.

- Devagar, amor – sussurrou, acariciando minhas ancas.

Me movia com cuidado, depois mais rápido. Sentia ele todo dentro de mim, me preenchendo. Primeira vez – completa, satisfatória. O orgasmo veio em ondas, gritava. Ele me virou de costas, entrando forte, mas com ternura.

- Você é minha – rosnava, acelerando.

Goçou dentro de mim, quente, me enchendo. Ficamos ofegantes, nos abraçando.

- Obrigado, Ania. Foi incrível – disse.

- Para mim também. Fim da nossa história de aulas particulares, mas início de algo mais.

Passamos no exame, e eu me tornei uma mulher confiante. Kuba virou meu namorado. Eu era muito tímida de verdade, mas as aulas particulares mudaram tudo.

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