Falha no aquecimento na véspera de Ano Novo – a colega de quarto propõe outra forma de se aquecer

Falha no aquecimento na véspera de Ano Novo – a colega de quarto propõe outra forma de se aquecer

Falha na véspera de Ano Novo e a tensão crescente no apartamento frio

Era Réveillon, e eu estava no nosso pequeno apartamento nos subúrbios da cidade, bebendo cerveja e olhando para a tela da TV. Planejávamos sair para uma festa, mas Marta, minha colega de quarto há meio ano, tinha pegado gripe uma semana antes e ainda não estava totalmente recuperada. Ela tinha vinte e dois anos, eu vinte e quatro – ambos estudantes, dividindo um estúdio para sobreviver nessa cidade cara. Marta era o tipo de garota que chamava atenção: cabelos castanhos longos, lábios carnudos e um corpo que até no moletom parecia tentador. Sempre brincávamos que éramos só colegas de quarto, mas às vezes eu me pegava olhando para ela de canto de olho.

De repente, ouvi um barulho alto de baque na caldeira. O aquecimento pifou. O termômetro marcava apenas dezoito graus, e lá fora o frio era intenso. – Merda, essa tubulação velha de novo – murmurei, levantando do sofá. Marta saiu do quarto em um pijama fino, enrolada em um cobertor. Seus mamilos transpareciam pelo tecido, o que não passou despercebido.

– O que houve? Estou com um frio danado – disse ela, tremendo.

– Falha no aquecimento. Vou ligar para o encanador, mas na véspera de Ano Novo? Esquece, amanhã no mais cedo.

Ela se sentou ao meu lado no sofá, se aproximando. Sua pele cheirava a loção de baunilha, e a proximidade fez eu sentir o primeiro formigamento na parte baixa da barriga. Abrimos uma garrafa de champanhe que tínhamos comprado para a festa e começamos a assistir à transmissão da praça. Rimos dos fogos na tela, mas o frio apertava cada vez mais.

– Que tal acendermos velas e fingirmos que é uma noite romântica? – propôs com um sorriso malicioso.

– Boa, mas ainda estou com frio. – Abracei-a pelo ombro, como se fosse brincadeira. Seu corpo era quente, macio. Senti sua mama roçando no meu braço. Meu coração acelerou. Realmente fiquei surpreso com o quão rápido a tensão crescia. Conversamos sobre tudo: ex-namorados, sonhos, como moramos tão perto e nunca cruzamos a linha.

– Sabe, sempre gostei de você. Você é um cara legal – sussurrou, apoiando a cabeça no meu ombro.

– Você também não é nada má – respondi, acariciando seu braço. Sua mão foi para a minha coxa, como se por acaso. O frio nos aproximava, e o álcool dava coragem. As horas passaram, a meia-noite chegou com um brinde e um beijo no rosto que durou um segundo a mais. O momento chave veio quando apaguei a luz, deixando só o brilho das velas.

– Que tal nos abraçarmos debaixo do cobertor? Para aquecer – propôs baixinho.

Concordei com a cabeça, e então senti seus lábios nos meus. Eram macios, quentes. O beijo foi lento, explorador. Minhas mãos foram para debaixo do pijama dela, tocando a pele lisa da barriga. Ela gemeu baixinho, se aproximando mais. Realmente pela primeira vez senti como sua proximidade me incendiava por dentro, apesar do frio reinante. Nos despimos devagar, rindo das mãos trêmulas. Seus seios eram fartos, mamilos endurecidos pelo frio e excitação. Beijei-os delicadamente, chupando, até ela arquear as costas.

– Meu Deus, isso é tão bom – murmurou.

Minha mão desceu mais, entre suas coxas. Ela estava úmida, pronta. Os dedos entraram nela devagar, e ela movia os quadris no ritmo. O ar frio contrastava com o calor dos nossos corpos. Ficamos nus debaixo do cobertor, nos explorando mutuamente. Não era pressa – estávamos construindo a tensão, como se esperássemos por esse momento há meses. Finalmente não aguentei e entrei nela devagar, sentindo suas paredes me apertando forte. Nos movíamos preguiçosamente, sincronizando as respirações. Suas unhas cravavam nas minhas costas, e os gemidos se misturavam ao estrondo distante dos fogos.

Naquela noite entendi que a falha foi a melhor coisa que poderia nos acontecer. (Palavras: 728)

Proposta sensual de Marta e a explosão de paixão debaixo do cobertor

Após o nosso primeiro beijo, a tensão ficou insuportável. Marta me olhou com aqueles olhos verdes, cheios de desejo. – Sabe o que realmente nos aqueceria? – sussurrou, sua mão deslizando pelo meu peito. Senti o sangue pulsando nas veias. Realmente fiquei impressionado com sua ousadia – ela sempre parecia a garota certinha da biblioteca.

– Fala – incentivei, beijando seu pescoço.

– Vamos fazer isso. Agora. Outra forma de aquecer. Quero te sentir dentro de mim.

Essas palavras foram como uma faísca. Joguei o cobertor de lado, revelando seu corpo nu no brilho das velas. Ela era linda: coxas esguias, barriga chapada, buceta úmida brilhando na penumbra. Me ajoelhei entre suas pernas, beijando a parte interna das coxas. Ela gemia, se contorcendo. Minha cabeça desceu mais, a língua roçou seu clitóris. Ela tinha um gosto salgado-doce, viciante. Lambi devagar, em círculos, enfiando um dedo dentro. Seus quadris se ergueram, as mãos se enredaram nos meus cabelos.

– Sim, assim... Não para! – implorava.

Acelerei, chupando sua pérola, até ela gozar com um gemido alto, tremendo o corpo todo. Foi uma visão que se gravou na minha memória. Levantei, e ela imediatamente pegou meu pau, duro como pedra. A boca de Marta o envolveu com calor – chupava gulosa, me olhando nos olhos. Sua língua girava na cabeça, a mão massageava as bolas. Pela primeira vez senti como o limite do orgasmo era tão intenso.

– Quero você dentro de mim – disse, deitando de costas e abrindo as pernas.

Entrei nela com uma estocada, fundo. Ela era apertada, quente, perfeita. Me movi ritmicamente, cada vez mais forte. Seus seios balançavam, mamilos duros como pedrinhas. Nos beijávamos com paixão, línguas se entrelaçando em dança. Mudei de posição – ela por cima, me cavalgando devagar, depois rápido. Seus cabelos caíam no meu rosto, o cheiro de excitação enchia o quarto.

– Você é tão grande... Me enche toda – gemia.

A clímax vinha em ondas. Virei-a de lado, entrando por trás, com uma mão massageando seu clitóris. Seu segundo orgasmo veio, me apertando forte. Não aguentei – gozei dentro dela com um rugido, ondas de prazer se espalhando pelo corpo. Ficamos ofegantes, entrelaçados, e o frio já não existia.

Conversamos depois, rindo. – Foi o melhor Réveillon – admitiu. – E amanhã repetimos? – perguntei sorrindo. Ela assentiu, se aninhando. Naquela noite aprendi que às vezes as falhas levam aos momentos mais quentes. Nossa relação mudou para sempre – de colegas de quarto para amantes. (Palavras: 612)

Manhã após o aquecimento e novos começos na relação com Marta

A manhã após o Réveillon nos acordou com a luz pálida entrando pelas janelas cobertas de geada. O aquecimento ainda não funcionava, mas debaixo da coberta estava quente como um forno. Marta dormia aninhada em mim, sua mama nua contra meu lado. Acordei com uma ereção matinal, e sua mão se fechou em mim involuntariamente. Ela sorriu sonolenta, abrindo os olhos.

– Bom dia, amor. Pronto para a segunda rodada de aquecimento? – ronronou.

– Sempre – respondi, virando-a de costas.

Dessa vez foi preguiçoso, íntimo. Beijei todo o seu corpo: pescoço, barriga, coxas. Ela gemia baixinho, abrindo as pernas. Minha cabeça se afundou entre elas de novo, a língua provocando seu clitóris, até ela implorar por mais. Enfiei dois dedos nela, girando, e ela se contorcia como uma gatinha. Gozou rápido, molhada e pronta.

– Entra em mim devagar – pediu.

Atendi o desejo, penetrando-a fundo, mas delicadamente. Nos movíamos em uníssono, suas pernas envolvendo meus quadris. Sussurramos segredos: como ela fantasiava comigo há tanto tempo, como me espiava no banheiro. Isso adicionou pimenta. Mudei para a posição de colherzinha – por trás, uma mão massageando seus seios, a outra a buceta. Seus gemidos ficaram mais altos, ecoando pelo apartamento vazio.

– Adoro quando você me pega... Mais forte! – gritou.

Acelerei, metendo forte, até a cama ranger. Seu terceiro orgasmo nos inundou, e eu a enchi de novo com meu sêmen quente. Ficamos deitados depois, planejando o futuro. – Não quero ser só colega de quarto – confessou. – Eu também não. Quero mais noites assim.

O encanador veio à tarde, mas nosso aquecimento durou o dia todo. Desde então, nosso apartamento virou um paraíso de paixão. O Réveillon com falha mudou tudo – de amizade para um romance ardente. Realmente pela primeira vez senti que encontrei alguém especial. (Palavras: 458)

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